Liturgia do Dia – 17/09/2013

Lucas 7, 11=17“Importa aos que percorrem o caminho da vida ministerial assumir a missão com responsabilidade e zelo, cultivando sólidas qualidades humanas. Por meio de Jesus, Deus visitou seu povo.”

Primeira leitura:  1Timóteo 3, 1-13

Salmo Responsorial: 100 (101)

Evangelho:  Lucas 7, 11-17

“Transformaremos a escuridão e a dor em vida e alegria” – Beato João Paulo II

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O povo não se enganou ao ver no então Papa João Paulo II um homem de Deus.

Sua fé saltava-lhe os olhos,  no sereno e viril calor de sua voz, na paz com que exercia a sua missão e na incansável esperança que o acompanhava nas adversidades, doenças e dores, as quais encarava como vindas da mão de Deus.

Karol Wojtyla acreditava plenamente no chamado de todos à salvação que está em Cristo Jesus, com a confiança de filho e pela intercessão da santíssima Virgem Maria, em cujos braços maternos se abandonara muito cedo, declararando-se Totus tuus! -”Todo teu!”.

Ainda hoje seu pontificado desperta a admiração daqueles que acreditam que uma vida melhor é possível e que a paz é um valor sem fronteiras, mas que exige quatro condições:  a verdade, a justiça, o amor e a liberdade.

E é sobre esses fundamentos que convidamos a todos os irmãos, a experimentar a alegria de tê-lo conosco, através de sua Relíquia, vinda diretamente de Roma e pela reflexão do grande,  singular e atualíssimo legado da história daquele que foi proclamado Santo por tantos os que foram tocados pelos seus ensinamentos e assim encontraram O Caminho, A Verdade e A Vida.

Ministério do Acolhimento

Liturgia do Dia – 16/09/2013

Lucas 7, 1-10“O cristão é chamado a rezar e interceder por todas as pessoas, também pelas autoridades.  A oração demonstra nossa fé na palavra de Jesus e nosso compromisso com ele.”

Primeira leitura:  1 Timóteo 2, 1-8

Salmo Responsorial: 27 (28)

Evangelho: Lucas 7, 1-10

Nossa Senhora das Dores

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A celebração de hoje liga-se a uma antiga tradição cristã. Contam que, na Sexta-feira da Paixão, Maria Santíssima voltou a encontrar-se com Jesus, seu filho. Foi um encontro triste e muito doloroso, pois Jesus havia sido açoitado, torturado e exposto à humilhação pública. Coroado de espinhos, Jesus arrastava até ao Calvário a pesada cruz, para aí ser crucificado. Sua Mãe, ao vê-lo tão mal tratado, com a coroa de espinhos, sofre de dor. Perdendo as forças, caiu por terra, vergada pela dor e pelo sofrimento de ver Jesus prestes a morrer suspenso na cruz. Recobrando os sentidos, reuniu todas as suas forças, acompanhou o filho e permaneceu ao pé da Cruz até o fim.

Inicialmente, esta festa foi celebrada com o título de “Nossa Senhora da Piedade” e “Compaixão de Nossa Senhora”. Depois, Bento XIII (1724-1730) promulgou a festa com o título de “Nossa Senhora das Dores”.

Somos convidados, hoje, a meditar os episódios mais importantes que os Evangelhos nos apresentam sobre a participação de Maria na paixão, morte e ressurreição de Jesus: a profecia do velho Simeão (Lucas 2,33ss.); a fuga para o Egito (Mateus 2,13ss.); a perda de Jesus aos doze anos, em Jerusalém (Lucas 2,41ss.); o caminho de Jesus para o Calvário (João 19:12ss.); a crucificação (João 19,17ss.); a deposição da cruz e o sepultamento (Lucas 23,50ss.).

Liturgia do Dia – 15/09/2013

Lucas 15, 1-32“Acolhamos a palavra de Deusa qual nos assegura que Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores e que o Pai se mostra sempre disposto a perdoar quando a pessoa decide retomar o bom caminho.”

Primeira leitura: Êxodo 32, 7-11.13-14

Salmo Responsorial:  50 (51)

Segunda leitura:  1 Timóteo 1, 12-17

Evangelho:  Lucas 15, 1-32 ou 1-10

Salve, ó Cruz Bendita!

Santa Cruz

Salve, ó cruz bendita,

Sinal do amor maior.

Foste e és para muitos motivo de escândalo.

Para nós és memória da nossa redenção.

Em ti  fomos redimidos de todos os pecados, de todas as escravidões.

Contemplando-te, assumimos a missão de também entregar a vida, como fez Jesus, para que todos tenham vida.

Contemplando-te, assumimos o compromisso de solidariedade com todos os crucificados pelo abandono e pelo desemprego.

Chegaste a este solo, terra de Santa Cruz, trazendo amor e esperança.

Cruzaste quinhentos anos de história em ombros negros e indígenas, de crianças e de jovens, de homens e mulheres.

Hoje és, para nós, memória e compromisso.

Em ti vemos o sofrimento de Cristo e de todos os pobres.”

Fonte: CNBB

Liturgia do Dia – 14/09/2013

images (33)“Por seu imenso amor de pai, Deus nos garante sua presença amiga e salvadora nos momentos de dificuldade.  Seu maior gesto de amor consistiu no envio do próprio Filho, que não recusou a cruz para nos salvar.”

Primeira leitura:  Números 21, 4-9

Salmo Responsorial: 77 (78)

Evangelho:  João 3, 13-17

Liturgia do Dia – 13/09/2013

Lucas 6, 39-42“A vida do cristão está inteiramente situada entre dois polos:  a experiência da misericórdia de Deus e solicitude lúcida e misericordiosa pelos irmãos.”

Primeira leitura:  1 Timóteo 1,1-2.12-14

Salmo Responsorial:  15 (16)

Evangelho:  Lucas 6, 39-42

 

Liturgia do Dia – 12/09/2013

Lucas 6, 27-38“As leituras nos lembram que somos amados por Deus e chamados a nos assemelhar sempre mais a ele em amor e misericórdia.”

Primeira leitura:   Colossenses 3, 12-17

Salmo Responsorial:  150

Evangelho:  Lucas 6, 27-38

Creio no Espírito Santo

Participe da conferência de aprofundamento sobre a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade, o Espírito Santo, que será realizada no dia 14 de setembro, às 9h, no 2º andar do Edifício João Paulo II, na Glória.

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Mostra Bíblica 2013

 

A Mostra Bíblica já é uma tradição da Arquidiocese de São Sebastião.  Uma programação de música, teatro, dança e cultura cristã, especialmente preparada para toda família. Participe! Entrada gratuita.

CARTAZ MOSTRA BÍBLICA 2013

Orquestra Sinfônica da Petrobrás na Paróquia São Paulo Apóstolo

ORQUESTRA SINFÔNICA DA PETROBRAS 
Dia: 21 de Setembro 2013 – 18 horas
Paróquia São Paulo Apóstolo – Padres Barnabitas
Rua Barão de Ipanema, 85 – Copacabana

Orquestra Sinfônica Petrobrás

Liturgia do Dia – 11/09/2013

Lucas 6, 20-26“Somos convidados a buscar as coisas do alto, onde está Cristo, à direita do Pai.  Assim seremos proclamados bem-aventurados por Jesus.”

Primeira leitura:  Colossenses 3, 1-11

Salmo Responsorial: 144 (145)

Evangelho:  Lucas 6, 20-26

Blog do Ministério do Acolhimento da Paróquia São Paulo Apóstolo – 3 anos

Parabéns Equipe do Ministério do Acolhimento da Paróquia São Paulo Apóstolo

Neste dia em que podemos comemorar com todos os seguidores do blog do Ministério do Acolhimento três anos de alegria cristã, nada como renovar nosso compromisso de levar o Evangelho a todas as criaturas com a primeira leitura da liturgia do dia, onde São Paulo exorta à comunidade de Colossas a continuar a caminhada enraizados e edificados em Cristo, apoiados na fé e bendizendo o Santo Nome de Deus pelo nosso testemunho.

Blog do Ministério do Acolhimento - 3 anos

Liturgia do Dia 10/09/2013

Lucas 6,12-19“Os cristãos reconhecem que a verdadeira sabedoria e poder estão em Cristo, fundamento da comunidade e do mundo que cura a humanidade de suas fraquezas.”

Primeira leitura:  Colossenses 2, 6-15

Salmo Responsorial:  144 (145)

Evangelho:  Lucas 6, 12-19

Liturgia do Dia – 09/09/2013

Lucas 6, 6-11“Cabe ao agente de pastoral sustentar a fidelidade da comunidade ao evangelho de Jesus, que nos ensina a trazer para o centro das preocupações os necessitados da vida.”

Primeira leitura:  Colossenses 1, 24-2,3

Salmo Responsorial:  61 (62)

Evangelho:  Lucas 6, 6-11

Liturgia do Dia – 08/09/2013

Lucas 14, 25-33

“Para penetrar os pensamentos de Deus, vamos abrir nosso coração à sua palavra, que nos dá a conhecer o que ele espera de cada cristão e o que nos é necessário para ser fieis seguidores de Jesus.”

Primeira leitura:  Sabedoria 9, 13-18

Salmo Responsorial:  89 (90)

Segunda leitura: Filemôn 9-10.12-17

Evangelho:  Lucas 14, 25-33

Nossa Senhora da Saidnaya, rogai por nós!

Nossa Senhora da Saidnaya

Ó, Maria, doce Mãe de Deus e nossa, vosso Filho Jesus Cristo é o Príncipe da Paz.
Tristes porque o pecado trouxe o conflito e a violência, pedimos vossa intercessão para que a paz seja restabelecida em todo o mundo, especialmente nos lugares onde existe a guerra.

Que todos os povos vivam em união, concórdia e fraternidade. Que as pessoas se ajudem, se compreendam e se perdoem.

Que se afastem de todos os povos os sentimentos de egoísmo e prepotência, ganância e inveja, competição e discórdia.

Que saibamos ser humildes na abundância, firmes na paciência, perseverantes na caridade e confiantes no Deus de Amor.

Que nossos corações, nossas famílias e nossas comunidades sejam cada vez mais casas e escolas de paz e de reconciliação.

Rainha da Paz, abençoai-nos dirigindo os nossos passos no caminho da paz, da união e da mútua caridade, para que, formando aqui a vossa família, possamos no céu bendizer-vos e a vosso divino Filho por toda a eternidade.

Amém.

Homilia do Papa Francisco na Vigília de Oração pela Paz

VIGÍLIA PELA PAZ

«Deus viu que isso era bom» (Gn 1,12.18.21.25). A narração bíblica da origem do mundo e da humanidade nos fala de Deus que olha a criação, quase a contemplando, e repete uma e outra vez: isso é bom. Isso nos permite entrar no coração de Deus e recebermos a sua mensagem que procede precisamente do seu íntimo. Podemos nos perguntar: qual é o significado desta mensagem? O que diz esta mensagem para mim, para ti, para todos nós?

Simplesmente nos diz que o nosso mundo, no coração e na mente de Deus, é “casa de harmonia e de paz” e espaço onde todos podem encontrar o seu lugar e sentir-se “em casa”, porque é “isso é bom”. Toda a criação constitui um conjunto harmonioso, bom, mas os seres humanos em particular, criados à imagem e semelhança de Deus, formam uma única família, em que as relações estão marcadas por uma fraternidade real e não simplesmente de palavra: o outro e a outra são o irmão e a irmã que devemos amar, e a relação com Deus, que é amor, fidelidade, bondade, se reflete em todas as relações humanas e dá harmonia para toda a criação. O mundo de Deus é um mundo onde cada um se sente responsável pelo outro, pelo bem do outro. Esta noite, na reflexão, no jejum, na oração, cada um de nós, todos nós pensamos no profundo de nós mesmos: não é este o mundo que eu desejo? Não é este o mundo que todos levamos no coração? O mundo que queremos não é um mundo de harmonia e de paz, em nós mesmos, nas relações com os outros, nas famílias, nas cidades, nas e entre as nações? E a verdadeira liberdade para escolher entre os caminhos a serem percorridos neste mundo, não é precisamente aquela que está orientada pelo bem de todos e guiada pelo amor?

Mas perguntemo-nos agora: é este o mundo em que vivemos? A criação conserva a sua beleza que nos enche de admiração; ela continua a ser uma obra boa. Mas há também “violência, divisão, confronto, guerra”. Isto acontece quando o homem, vértice da criação, perde de vista o horizonte da bondade e da beleza, e se fecha no seu próprio egoísmo.

Quando o homem pensa só em si mesmo, nos seus próprios interesses e se coloca no centro, quando se deixa fascinar pelos ídolos do domínio e do poder, quando se coloca no lugar de Deus, então deteriora todas as relações, arruína tudo; e abre a porta à violência, à indiferença, ao conflito. É justamente isso o que nos quer explicar o trecho do Gênesis em que se narra o pecado do ser humano: o homem entra em conflito consigo mesmo, percebe que está nu e se esconde porque sente medo (Gn 3, 10); sente medo do olhar de Deus; acusa a mulher, aquela que é carne da sua carne (v. 12); quebra a harmonia com a criação, chega a levantar a mão contra o seu irmão para matá-lo. Podemos dizer que da harmonia se passa à desarmonia? Não. Não existe a “desarmonia”: ou existe harmonia ou se cai no caos, onde há violência, desavença, confronto, medo…

È justamente nesse caos que Deus pergunta à consciência do homem: «Onde está o teu irmão Abel?». E Caim responde «Não sei. Acaso sou o guarda do meu irmão?» (Gn 4, 9). Esta pergunta também se dirige a nós, assim que também a nós fará bem perguntar:

- Acaso sou o guarda do meu irmão? Sim, tu és o guarda do teu irmão! Ser pessoa significa sermos guardas uns dos outros! Contudo, quando se quebra a harmonia, se produz uma metamorfose: o irmão que devíamos guardar e amar se transforma em adversário a combater, a suprimir. Quanta violência surge a partir deste momento, quantos conflitos, quantas guerras marcaram a nossa história! Basta ver o sofrimento de tantos irmãos e irmãs. Não se trata de algo conjuntural, mas a verdade é esta: em toda violência e em toda guerra fazemos Caim renascer. Todos nós! E ainda hoje prolongamos esta história de confronto entre irmãos, ainda hoje levantamos a mão contra quem é nosso irmão. Ainda hoje nos deixamos guiar pelos ídolos, pelo egoísmo, pelos nossos interesses; e esta atitude se faz mais aguda: aperfeiçoamos nossas armas, nossa consciência adormeceu, tornamos mais sutis as nossas razões para nos justificar. Como fosse uma coisa normal, continuamos a semear destruição, dor, morte! A violência e a guerra trazem somente morte, falam de morte! A violência e a guerra têm a linguagem da morte!
3. Neste ponto, me pergunto: É possível percorrer outro caminho? Podemos sair desta espiral de dor e de morte? Podemos aprender de novo a caminhar e percorrer o caminho da paz? Invocando a ajuda de Deus, sob o olhar materno da Salus Populi romani, Rainha da paz, quero responder: Sim, é possível para todos! Esta noite queria que de todos os cantos da terra gritássemos: Sim, é possível para todos! E mais ainda, queria que cada um de nós, desde o menor até o maior, inclusive aqueles que estão chamados a governar as nações, respondesse: – Sim queremos! A minha fé cristã me leva a olhar para a Cruz. Como eu queria que, por um momento, todos os homens e mulheres de boa vontade olhassem para a Cruz! Na cruz podemos ver a resposta de Deus: ali à violência não se respondeu com violência, à morte não se respondeu com a linguagem da morte. No silêncio da Cruz se cala o fragor das armas e fala a linguagem da reconciliação, do perdão, do diálogo, da paz. Queria pedir ao Senhor, nesta noite, que nós cristãos, os irmãos de outras religiões, todos os homens e mulheres de boa vontade gritassem com força: a violência e a guerra nunca são o caminho da paz! Que cada um olhe dentro da própria consciência e escute a palavra que diz: sai dos teus interesses que atrofiam o teu coração, supera a indiferença para com o outro que torna o teu coração insensível, vence as tuas razões de morte e abre-te ao diálogo, à reconciliação: olha a dor do teu irmão e não acrescentes mais dor, segura a tua mão, reconstrói a harmonia perdida; e isso não com o confronto, mas com o encontro! Que acabe o barulho das armas! A guerra sempre significa o fracasso da paz, é sempre uma derrota para a humanidade. Ressoem mais uma vez as palavras de Paulo VI: «Nunca mais uns contra os outros, não mais, nunca mais… Nunca mais a guerra, nunca mais a guerra! (Discurso às Nações Unidas, 4 de outubro de 1965: ASS 57 [1965], 881). «A paz se afirma somente com a paz; e a paz não separada dos deveres da justiça, mas alimentada pelo próprio sacrifício, pela clemência, pela misericórdia, pela caridade» (Mensagem para o Dia Mundial da Paz, de 1976: ASS 67 [1975], 671). Perdão, diálogo, reconciliação são as palavras da paz: na amada nação síria, no Oriente Médio, em todo o mundo! Rezemos pela reconciliação e pela paz, e nos tornemos todos, em todos os ambientes, em homens e mulheres de reconciliação e de paz. Amém.

Liturgia do Dia – 07/09/2013

Lucas 6, 1-5“Cristo nos reconciliou para que sejamos santos na caminhada cotidiana, na qual é preciso distinguir entre as mentalidades e leis que favorecem a vida e as que a ignoram.”

Primeira leitura:  Colossenses 1, 21-23

Salmo Responsorial:  53 (54)

Evangelho:  Lucas 6, 1-5

Liturgia do Dia – 06/09/2013

Lucas 5, 33-39

“Cristo, cabeça da Igreja, princípio e primogênito de toda criatura, convida-nos à contínua renovação de nossas práticas, a fim de participarmos da festa de casamento na qual ele mesmo é o esposo.”

Primeira leitura:  Colossenses 1, 15, 20

Salmo responsorial:  99 (100)

Evangelho:  Lucas 5, 33-39

Madre Tereza de Calcutá

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Oração:
Mantenha seus olhos puros para que Jesus possa olhar através deles.
Mantenha sua língua pura para que Jesus possa falar por sua boca.
Mantenha suas mãos puras para que Jesus possa trabalhar com suas mãos.
Mantenha sua mente pura para que Jesus possa pensar seus pensamentos em sua mente.
Mantenha seu coração puro para que Jesus possa amar com seu coração.
Peça a Jesus para viver sua própria vida em você porque:
Ele é a Verdade da humildade. Ele é a Luz da caridade.
Ele é a Vida da santidade.

Madre Tereza de Calcutá, Rogai por nós!

Rezar 1 Pai Nosso e 1 Ave Maria por todos àqueles que necessitam, os mais pobres, os abandonados, os injustiçados e pela paz no mundo inteiro.

Liturgia do Dia – 05/09/2013

Lucas 5, 1-11“Como participantes da herança dos santos, somos convidados a lançar as redes a fim de resgatar homens e mulheres para a vida que o Senhor quer para todos.”

Primeira leitura: Colossenses 1, 9-14
Salmo Responsorial: 97 (98)
Evangelho: Lucas 5, 1-11

Subsídios para a jornada de oração e jejum pela paz na Síria e no mundo inteiro

PAZ

O Papa Francisco convocou uma jornada de oração e jejum pela paz, agendada para o próximo sábado, dia 7 de setembro, convidando todos os católicos e os homens de boa vontade a unirem-se em gestos promotores de paz.

Em atenção e em unidade com o Santo Padre, a Arquidiocese do Rio de Janeiro oferece os seguintes subsídios, de modo que, sob diversas formas, elevem-se incessantes preces por tão urgente necessidade.

De forma especial, a intenção de rezar pela paz na Síria e pelo mundo inteiro, será ampliada nas celebrações da peregrinação da Imagem de Nossa Senhora de Nazaré pela Arquidiocese: na oração do Ângelus, às 12h, na Paróquia Nossa Senhora do Loreto, na Freguesia, em Jacarepaguá; no Terço de Nossa Senhora, às 15h, na Paróquia Nossa Senhora da Cabeça, na Penha, e na Missa e Vigília, a partir das 16h30min, na Paróquia Nossa Senhora de Nazaré, em Anchieta.

Fonte: Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro

Subsídios para o dia de Oração de Jejum pela Paz

Acolhamos com alegria a Relíquia do Beato João Paulo II que vem nos visitar

cartaz jpIIO povo não se enganou ao ver no então Papa João Paulo II um homem de Deus.

Sua fé saltava-lhe os olhos,  no sereno e viril calor de sua voz, na paz com que exercia a sua missão e na incansável esperança que o acompanhava nas adversidades, doenças e dores, as quais encarava como vindas da mão de Deus.

Karol Wojtyla acreditava plenamente no chamado de todos à salvação que está em Cristo Jesus, com a confiança de filho e pela intercessão da santíssima Virgem Maria, em cujos braços maternos se abandonara muito cedo, declararando-se Totus tuus! -”Todo teu!”.

Ainda hoje seu pontificado desperta a admiração daqueles que acreditam que uma vida melhor é possível e que a paz é um valor sem fronteiras, mas que exige quatro condições:  a verdade, a justiça, o amor e a liberdade.

E é sobre esses fundamentos que convidamos a todos os irmãos, a experimentar a alegria de tê-lo conosco, através de sua Relíquia, vinda diretamente de Roma e pela reflexão do grande,  singular e atualíssimo legado da história daquele que foi proclamado Santo por tantos os que foram tocados pelos seus ensinamentos e assim encontraram O Caminho, A Verdade e A Vida.

Ministério do Acolhimento

Liturgia do Dia – 04/09/2013

Lucas 4, 38-44“A vivência das virtudes fundamentais – fé, amor e esperança – é necessária para o cristão não fraquejar na missão, mas ser solidário diante das múltiplas  aflições da humanidade.”

Primeira leitura: Colossenses 1, 1-8

Salmo Responsorial:  51 (52)

Evangelho:  Lucas 4, 38-44

Liturgia do Dia – 03/09/2013

lucas 4, 31-37“Jesus morreu por nós para que alcancemos a vida junto dele.  Antes disso, porém, temos de calar e expulsar as forças que subjugam a humanidade sofrida.”

Primeira leitura:  1 Tessalonicenses 5, 16.9-11

Salmo Responsorial:  26 (27)

Evangelho:   Lucas 4, 31-37

Dia de jejum e oração pela Paz

ATENÇÃO!

Em atenção à solicitude do Santo Padre, o Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, enviou mensagem a todos os presbíteros, pedindo a realização de vigílias de oração em todas as paróquias.“O Papa Francisco convocou a todos para um dia de jejum e oração pela paz na Síria e no mundo no dia 7 de setembro, sábado próximo. Avise o povo e programe uma vigília de orações. Nossa Senhora, Rainha da Paz, rogai por nós”, pediu o Arcebispo.

Em sintonia com as vigílias paroquiais, a celebração oficial nessa intenção, em âmbito arquidiocesano, e também pelas necessidades do Santo Padre, será realizada no Santuário Nossa Senhora da Penha, às 11h30, acompanhada de bênção do Santíssimo e a oração do Angelus.

Mais dois momentos fazem parte da programação arquidiocesana: a Missa pelo ‘Rio Celebra’, às 9h, na Paróquia Nossa Senhora de Bonsucesso, transmitida ao vivo para todo o Brasil pela Rede Vida de Televisão, e a Vigília dos Jovens Adoradores, na Igreja de Sant’Ana.

De forma especial, a intenção de rezar pela paz na Síria e pelo mundo inteiro, será ampliada nas celebrações da peregrinação da imagem de Nossa Senhora de Nazaré pela Arquidiocese: na oração do Angelus, às 12h, na Paróquia Nossa Senhora do Loreto, na Freguesia, em Jacarepaguá; no Terço de Nossa Senhora, às 15h, na Paróquia Nossa Senhora da Cabeça, na Penha, e na missa e vigília, a partir das 16h30, na Paróquia Nossa Senhora de Nazaré, em Anchieta.

Convocação do Papa

Liturgia do Dia – 02/09/2013

Lucas 4, 16, 30“Na perspectiva cristã, a morte não separa a pessoa nem de Deus nem de quem ela ama.  Acolhendo a Cristo vencedor da morte, unimo-nos cada vez mais ao seu plano universal de amor e salvação.”

Primeira leitura:  1Tessalonicenses 4, 13-18

Salmo Responsorial:  95 (96)

Evangelho:  Lucas 4, 16-30