Oração pelas Vocações

Oração pelas Vocações

“Jesus, divino mestre, que chamastes apóstolos e discípulos para vos seguir, continuai a passar pelos nossos caminhos, pela nossas famílias e pelas nossas escolas e repeti o convite aos nossos jovens e às pessoas de boa vontade.  Dai coragem e força aos convidados para que sejam fiéis como apóstolos leigos, como sacerdotes, religiosos e religiosas, para o bem do povo de Deus e de toda a humanidade.  Vós que viveis e reinais para sempre. Amém.”

fonte:  Liturgia Diária – Agosto de 2013 – Ed. Paulus

Vocação para a vida em família

Por Dom Sergio Krzywy, Bispo de Araçatuba (SP)

Anualmente, na segunda semana do mês de agosto, celebramos a Semana Nacional da Família, oportunidade em que podemos contemplar a família à luz da divina graça do chamado. A realização da semana da família faz parte do esforço permanente da Igreja para que a “família assuma seu ser e sua missão no âmbito da sociedade e da Igreja” (DA 432).

Em meio a tantos desafios que atingem a família, a Igreja não se cansa de destacar sua importância singular como igreja doméstica, comunidade privilegiada, primeira escola da fé (CIC 2204). A Igreja crê que “nossas famílias têm sua origem, seu modelo perfeito, sua motivação mais bela e seu último destino na comunhão de amor das três Pessoas divinas” (DA 434).

A Conferência de Aparecida dedicou especial atenção à família, e afirma que ela é “um dos tesouros mais importantes dos povos latino-americanos e caribenhos e é patrimônio da humanidade inteira” (DA 432), propondo que “se deva assumir a preocupação por ela como um dos eixos transversais de toda ação evangelizadora da Igreja” (DA 435).

Para o mês vocacional deste ano, a Igreja no Brasil sugere que aprofundemos nossa vocação de discípulos missionários de Jesus Cristo a partir da família, com o tema: “Família de Deus: todos chamados à vida e à missão”.

Desde suas origens, o núcleo da Igreja era em geral constituído por aqueles que, com toda a sua casa, se tornavam cristãos (CIC 1655). Quando as pessoas se convertiam, desejavam também que toda a sua casa fosse salva. A percepção desse chamado de Deus à família interpelava profundamente a vivência eclesial, porque, congregada no amor da comunidade cristã, a família tornava-se reduto de vida cristã num mundo a ser evangelizado.

A família cristã é, na verdade, a primeira e mais básica comunidade de fé (DA 204). Por isso, ao se referir sobre os lugares da formação para os discípulos missionários, o documento de Aparecida aponta a família como primeira escola da fé. Dela recebemos a vida que é a primeira experiência do amor e da fé.

A família, pequena Igreja, deve ser, junto com a Paróquia, o primeiro lugar para a iniciação cristã das crianças (DA 302). Os pais devem respeitar e favorecer a vocação de seus filhos e contribuir decisivamente para que a articulação entre a família e a comunidade se dê de modo a edificar a “família de Deus”. As paróquias, por sua vez, devem se aparelhar a partir da Catequese e da “Pastoral Familiar intensa e vigorosa para proclamar o evangelho da família, promover a cultura da vida e trabalhar para que os direitos das famílias sejam reconhecidos e respeitados” (DA 435).

Finalmente, é preciso convencer-se do ensinamento fundamental que a V Conferência veio confirmar: a primeira vocação do cristão é a de seguir Jesus Cristo (Mt 16,25). Assim, tornar-se discípulo missionário de Jesus Cristo é aceitar o convite de pertencer à família de Deus, de viver conforme a sua maneira de viver: “Aquele que fizer a vontade de meu Pai que está nos Céus, esse é meu irmão, irmã e mãe” (Mt 12,50).

É na Família de Deus que todos somos chamados à vida e à missão!

Fonte: Diocese de Araçatuba/SP

Onde nascem as vocações?

Na família que reza unida;

Nos grupos de catequese, de adolescentes, de coroinhas ou acólitos;

Nos grupos de jovens, grupos missionários, grupos de vivência da fé;

Nas paróquias e comunidades eclesiais, onde o Padre deve ser o maior incentivador das vocações…

É importante implantar nas comunidades o trabalho vocacional, instituindo um casal ou uma equipe que se interesse pelas vocações, que promova, incentive e oriente os adolescentes e jovens a participarem dos encontros vocacionais;

 Também é salutar criar na comunidade um clima favorável ao o surgimento das vocações. Este é um trabalho conjunto exercido pelo Pároco, pelos jovens, pelos catequistas, pelas famílias, e pelos demais movimentos, pelos que animam a liturgia e grupos de reflexão.

O Papa João Paulo II, nos ensina: “Descei no meio dos jovens e chamai, não tenhais medo de chamar”.

Ser padre…

Atingir a alegria da vida religiosa
Viver com entusiasmo os ensinamentos de Cristo.
Propagar o amor fraterno.
Promover a partilha na comunidade.
Ser mensageiro da Boa Nova.
Fazer opção pelos mais desfavorecidos.
Alimentar a fé na presença viva de Jesus na Eucaristia.
Como Moisés, abrir caminhos de esperança.
Dar glória a Deus, nosso criador.
Buscar a santificação segundo o exemplo de Cristo.
Agir contando com a força do Espírito Santo.
Carregar com amor a Cruz de cada dia.
Sofrer pela salvação da humanidade.
Ser padre é… como diz a canção:
Amar como Jesus amou,
Viver como Jesus viveu,
Sentir o que Jesus sentia.

Por Francisco Alexandre Vieira (Hortolândia – SP)

A vocação é amar

A pessoa humana traz dentro de si as marcas do amor. Fomos criados por amor e com a missão de amar. Foi Deus quem nos amou por primeiro. Por amor enviou seu filho Jesus ao mundo para ensinar o caminho do amor, da justiça, do perdão, da vida e da misericórdia a toda humanidade. Viver uma vocação é viver o amor. Quem é egoísta, auto-suficiente, fechado em si mesmo, ganancioso, jamais vai viver uma vocação.

A primeira característica de uma vocação é a gratuidade, a entrega de si sem esperar recompensa, a doação de sua vida sem esperar elogios e reconhecimento. Isto vale para todas as vocações, serviços e ministérios na Igreja, quer ordenado, quer leigos. “Sem o amor não é possível pensar em vocações verdadeiras”.

Quem ama manifesta os sinais de amor. O primeiro sinal de amor é com Deus, fonte e princípio de toda vocação. O(a) vocacionado(a) está em continua união com Deus através da oração, da leitura da Bíblia, da participação nos sacramentos, na caridade, no perdão, na acolhida. Mas o amor a Deus nos leva ao amor aos irmãos especialmente, os mais excluídos e necessitados.

Vocação da Igreja

A Igreja é mistério de comunhão trinitária. O supremo modelo e princípio deste mistério é a unidade na Trindade das pessoas de um só Deus Pai e Filho no Espírito Santo.

O Vaticano II apresenta a Igreja como “Povo de Deus”, assembléia dos chamados, dos convocados. A ideia Povo de Deus recorda que a Igreja é uma realidade histórica, fruto da livre iniciativa de Deus e da livre resposta dos seres humanos. Essa expressão indica a Igreja em sua totalidade, ou seja, naquilo que é comum a todos os seus membros. Pela graça do Batismo nos tornamos filhos e filhas de Deus, membros da comunidade de fé- Igreja. O Batismo é, portanto, uma verdadeira vocação: a vocação de ser cristão, Isto é, ser cristão é ser seguidor de Jesus Cristo.

“Não há, pois, em Cristo e na Igreja, nenhuma desigualdade em vista de raça ou nação, condição social ou sexo (…) porque todos vós sois um em Cristo Jesus”. (Gl 3,28). Faz parte desta condição comum – dado pela fé, esperança e caridade e pêlos sacramentos do Batismo, da Crisma e da Eucaristia – a participação de todo o Povo de Deus nas funções profética, sacerdotal e real de Cristo (cf. n° 71).

A noção de Povo de Deus exprime então a profunda unidade, a comum dignidade e a fundamental habilitação de todos os membros da Igreja à participação carismática e ministerial. Esta é a condição cristã que é comum a todos os membros da Igreja.

Um exemplo ajuda. Não basta ter um carro, último modelo, com as funções mais sofisticadas, se suas peças não estão colocadas no lugar certo, instaladas e ajustadas devidamente. Com certeza não funcionará. Pode ser um simples fusível, uma válvula, um distribuidor elétrico, um ejetor de combustível… cada peça é importante, imprescindível na sua função. Nenhum deles pode substituir o outro. O carro é as peças no seu lugar. Cada peça em seu lugar é o carro.

A Vocação da Igreja acontece na medida que cada membro dela assume sua vocação na Igreja. Cada vocação na Igreja transfigura o rosto vocacional da Igreja.

1. Ser COMUNIDADE (de comunhão e participação, co-responsável)

O Concilio fala de uma Igreja-comunidade convocada pela Trindade, “povo reunido na unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (LG 4)

Somente esta visão de Igreja contribui para que todos os seus membros vivam em estado de vocação e de missão, sentindo-se escolhidos pelo Pai, chamados pelo Filho e
enviados pelo Espírito pata o serviço ao Reino.
Só uma Igreja imagem da Trindade,

“unidade dos fiéis que constituem um só corpo em Cristo” (LG 3)
na igual dignidade e na variedade de funções (LG 32)
que abre espaço para a comunhão e participação,
pode tornar-se o espaço adequado para o surgimento e desenvolvimento
das vocações e seu engajamento na missão evangelizadora.

Os primeiros cristãos entenderam muito bem o que Jesus queria da sua Igreja. No livro dos Atos dos Apóstolos, vamos encontrar o primeiro retrato da Igreja:

“Eram perseverantes em ouvir o ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna, no partir o pão e nas orações. Em todos eles havia temor, por causa dos numerosos prodígios e sinais que os apóstolos realizavam. Todos os que abraçaram a fé eram unidos e colocavam em comum todas as coisas, vendiam suas propriedades e seus bens e repartiam o dinheiro entre todos, conforme a necessidade de cada um., e cada dia o Senhor acrescentava à comunidade outras pessoas que iam aceitando a salvação” (At 2, 42-47).

Uma Igreja que queira animar sua Pastoral Vocacional deve colocar como meta constante a intensificação da vida comunitária, da participação e da co-responsabilidade:

- na base (grupos de reflexão e ação),
– nas estruturas (conselhos, equipes de coordenação),
– na coordenação (planos pastorais, prioridades)

2. Ser comunidade SERVIDORA (evangelizadora e missionária)

O fim primeiro e fundamental da Igreja é servir, como Cristo. Por isso a Igreja comunidade também é chamada de povo de servidores.

A principal missão ou tarefa desse serviço é evangelizar. A Igreja existe para evangelizar, essa é a sua missão, o seu serviço.

Foi o pedido de Jesus antes de subir para o céu: “Ideportado o mundo e fazei todos os homens meus discípulos”^. 28,19). São Paulo tinha consciência disto e dizia: “Ai de m/m se eu não anunciar o Evangelho” (1Cor9,16).

Com a urgência de uma nova evangelização, há a necessidade de despertar novos carismas e ministérios para atingirmos o objetivo geral de ação evangelizadora da Igreja no Brasil (2003-2006).

“EVANGELIZARproclamando a Boa-no vá de Jesus Cristo, caminho para a santidade, por meio do serviço, diálogo, anúncio e o testemunho de comunhão, à luz da evangélica opção pêlos pobres, promovendo a dignidade da pessoa, renovando a comunidade, formando o povo de Deus e participando da construção de uma sociedade justa e solidária, a caminho do Reino definitivo”.

Evangelizar o mundo é transformá-lo pelo amor, construir o reino de Deus, um reino de justiça, de verdade, de paz, de amor: A força vocacional de uma Igreja particular está na vivência entusiasmada de sua vocação evangelizadora.
Só uma Igreja voltada para a missão de evangelizar, vivida em todos os programas, equipes e trabalhos pastorais, suscita a generosidade das vocações.

Existe uma variedade enorme de carismas e ministérios a serviço da Igreja, presentes em três tipos de vocações que chamamos de vocações específicas: vocações leigas, vocação sacerdotal e vocação consagrada (religiosa) que teremos a oportunidade de aprofundar nos próximos temas.

3. Ser comunidade orante e “encarnada”

O diálogo da fé não acontece sem um clima de oração. Falamos da evangelização como primeira condição de uma pastoral vocacional e, essa imensa tarefa, assumida pelas comunidades, grupos e organizações de Igreja, não será verdadeira sem a vida em oração.

Uma Igreja oranteéuma Igreja em constante diálogo com Deus, condição para captar a presença do Espírito de Deus na Igreja e no mundo. Aliás o próprio Jesus nos mandou que rezássemos pedindo operários para a messe.

“Vendo as multidões, Jesus teve compaixão, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor. Então Jesus disse aos seus discípulos: A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos/ Por isso, peçam ao dono da colheita que mande trabalhadores para a colheita.” (Mt 9, 36-38)

Por isso uma Igreja orante é ao mesmo tempo uma Igreja encarnada, qque, sem reclamar privilégios, vive no mundo e na sociedade a sua missão profética, denunciando as injustiças e anunciando a utopia evangélica.

A Igreja, onde as vocações podem brotar, é aquela que escuta o clamor do povo, que vive em processo permanente de renovação e que reza pelas vocações.

VOCAÇÃO NA IGREJA
4. Igreja, mãe das vocações

A palavra Igreja (do grego “ekklesia”) significa convocação. A Igreja, portanto, é a assembleia dos convocados,
dos chamados para missão.

Rogo-vos pois, eu, que andeis de um modo digno da vocação a que fostes chamados”(Ef 4,1).

Uma história
Alexandre Magno um dia estava passando em revista as suas tropas.
Perto dele estavam os seus oficiais subalternos. Um deles exclamou: “General, veja, aquele soldado, tem o nome de Alexandre, como o senhor!” O general perguntou ao oficial: “Mas ele é corajoso como eu? Luta na guerra com a mesma valentia?” O oficial, respondeu que não. Aí o grande general, olhando para o soldado, exclamou: “Soldado, ou muda de nome ou muda de vida!”

Esta história nos faz pensar no significado do nosso Batismo e nos compromissos que temos como cristãos. É isso que São Paulo quer dizer quando pede que vivamos de acordo com a vocação a que fomos chamados:

ser cristão é ser como Jesus, é viver como ele viveu, é ter as mesmas atitudes que ele teve.

São Paulo, na Carta aos Filipenses, nos ensina melhor o que é ser cristão:

“Portanto, se há um conforto em Cristo, uma consolação no amor, se existe uma comunhão de espírito, se existe ternura e compaixão, completem a minha alegria: tenham uma só aspiração, um só amor, uma só alma e um só pensamento Não façam nada por competição e por desejo de receber elogios, mas por humildade, cada um considerando os outros superiores a si mesmo. Que cada um procure, não o próprio interesse, mas o interesse dos outros. Tenham em vocês os mesmos sentimentos que havia em Jesus Cristo.”

Textos para meditar:
– Lucas 8, 19-21
– João 10 (rebanho, redil, o Bom Pastor)
– João 15 ( a videira e os ramos)
– 1 Cor 12, 12-26 (Corpo Místico de Cristo)
– Ef 4, 1-16

Site: Catequese Católica

A graça da vocação vem de Deus

A graça da vocação é uma iniciativa amorosa de Deus: “Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi” (João 15,16). Seja para constituir família, viver exclusivamente para Deus ou para doar a vida por uma missão, todos os cristãos possuem uma vocação. Ela é o chamado do Pai, cuja finalidade é a realização plena da pessoa humana. É dom, graça, eleição cuidadosa, visando à construção do Reino dos Céus.

 Mas, qual é mesmo o significado da palavra “vocação”? Sua origem está no verbo latino “vocare”, que quer dizer “chamar”. A vocação é, portanto, um chamado. No âmbito religioso, a vocação é sempre um chamado de Deus para alguma coisa.

 A pessoa chamada se sente impelida, atraída para aquilo a que justamente é chamada. É comum ouvir alguém que fez essa experiência da vocação dizer que o chamado é como se fosse uma voz que ressoa suave e insistentemente aos nossos ouvidos. É como uma ideia que insiste em permanecer, mesmo quando queremos descartá-la.

 A pessoa do vocacionado sente-se atraída para aquilo que considera belo, grandioso, importante e necessário que se faça. A vocação é sempre vista como algo que se pode fazer de útil para os outros.

 É importante dizer que a vocação tem sempre essa dimensão da “alteridade”, é sempre “alter”, ou seja, voltada para o outro. É um serviço, uma doação. Para nós, cristãos, a vocação é enriquecida por um sentido profundo, que nos é dado pelo próprio Cristo.

 Todo batizado é chamado a ser sempre e em todo lugar – “sal da terra e luz do mundo”. Essa incumbência de todo cristão já é, em si, uma vocação. O cristão é sempre chamado a praticar o bem e a promover a justiça, afastando-se do mal. E tudo isso é uma vocação, é um chamado, é um imperativo ditado pela nossa adesão a Cristo. E você? Já pensou na sua VOCAÇÃO?

Agosto: mês das vocações

O mês de agosto, é caracterizado como o mês vocacional, foi instituído pela CNBB na sua Assembléia Geral de 1981. É uma experiência que vem dando bons resultados em todo o país. De maneira diferenciada, podemos afirmar que todas as nossas comunidades o celebram.

Tem objetivos gerais e operacionais bem definidos, quais sejam:
- criar consciência vocacional;
- despertar todos os cristãos para suas responsabilidades na Igreja, assumidas no Batismo;
- envolver todas as pastorais para a importância da Pastoral Vocacional;
- enfatizar que todos os membros da Igreja, sem exceção, têm a graça e a responsabilidade do cuidado pelas vocações;
- privilegiar um tempo na Igreja para uma pregação direta sobre o mistério da vocação na Igreja, sobre o valor do sacerdócio ministerial, e sobre a sua urgente necessidade para o Povo de Deus;
- para responder eclesialmente ao mandato do Senhor: “De fato a colheita e grande, mas os trabalhadores são poucos. Peçam ao dono da plantação que mande mais trabalhadores para fazer a colheita” (Mt 9,37-38).

Dá-se um destaque especial aos domingos:

1º Domingo, ou 1ºsemana: motivado pela festa de São João Maria Vianney, o Cura d’Ars, dia do padre;

2º Domingo, ou 2º semana: celebra-se, no país, o dia dos pais: destaque à vocação familiar, chamados a ser pai, mãe, gerar a vida;

3º Domingo, ou 3º semana: comemora-se o dia dos religiosos: destaque à vida consagrada, irmãos, irmãs, clero religioso;

4º Domingo, ou 4º semana: (quando há só 4 domingos): é o dia do catequista: destaca-se a relação da vocação com a missão de anunciar a Palavra de Deus, formar o povo de sacerdotes. Quando há o quinto domingo, o dia do catequista passa para o quinto domingo pois o dia do catequista é sempre o último domingo do mês de agosto;

5º Domingo, ou 5º semana: (quando há 5 domingos): é o dia dos ministérios leigos. Destaca-se a disponibilidade para o serviço à comunidade, ao Povo de Deus; Quando há o quinto domingo, o dia do catequista passa para o 5º domingo pois o dia do catequista é sempre o último domingo do mês de agosto.

Durante todo o mês de agosto, o Ministério do Acolhimento da Paróquia São Paulo Apóstolo irá disponibilizar diariamente artigos, mensagens, orações e vídeos sobre as vocações, visando estimular todos os internautas a abrirem seus corações ao Espírito Santo de Deus, de forma a permitir que cada um encontre em si o seu perfil vocacional.