Acolhimento Cristão, Beatificação de João Paulo II, Ministério do Acolhimento, Relíquia de João Paulo II, Santos, Vocações

Relíquia de João Paulo II na Paróquia São Paulo Apóstolo – fotos

A vida dos santos, reflexo da bondade de Deus – daquele que ‘só é bom’-, constitui não apenas uma verdadeira confissão de fé e um impulso para comunicar aos outros, mas também uma glorificação de Deus e da sua infinita santidade.”

Beato João Paulo II (Encíclica Veritatis Splendor)

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A relíquia do Beato João Paulo II permanecerá em nossa paróquia até o dia

23 de setembro de 2013 às 12 horas.

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Acolhimento Cristão, Santos, Vocações

Hoje é o dia das mães que rezam pelos seus filhos

Santa Mônica

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Infância

Monica nasceu no ano de 332, na cidade de Tegaste, na Argélia, que fica no norte da África.

Filha de família abastada, foi criada por uma escrava que criava os filhos dos senhores. Os manuscritos que recolheram a tradição oral sobre Santa Mônica dizem que desde criança ela era muito religiosa e disciplinada. Sempre que podia, Mônica ajudava os mais pobres e demonstrava muita paciência e mansidão.

Esposa

Mônica casou-se com um nobre chamado Patricio. Ele era um decurião, (membro do conselho de Tegaste). Possuía terras, escravos e uma boa posição social. Patrício, porém, era homem rude e violento. Por isso, foi motivo de muito sofrimento e orações de Santa Mônica.

Mãe

Mônica teve 3 filhos: Agostinho, Navigio e Perpétua, que se tornou religiosa. Agostinho era o mais velho e lhe causou muitas tristezas. A dificuldade com Agostinho chegou a tal ponto que, para ensiná-lo que nossas ações neste mundo tem consequências, Mônica o proibiu de entrar  em casa. Mas ela nunca deixou de rezar pela conversão do filho. Rezava também pela conversão do marido e de Navigio, sempre com muita perseverança e paciência, nunca desistiu de sua fé cristã.

Perseverança

Santa Mônica rezou anos a fio pela conversão de seu marido e seus 2 filhos. Sua perseverança foi compensada com a felicidade de ver todos convertidos para Deus. Sua perseverança foi tão marcante que ela rezou durante trinta anos pela conversão de Agostinho sem desanimar. E suas orações foram ouvidas: seu filho mais velho tornou-se o famoso “Santo Agostinho”, o santo que influenciou todo o Ocidente cristão e influencia até hoje. Quando escreveu sobre sua mãe, entre outras coisas, ele disse: “ela foi o meu alicerce espiritual, que me conduziu em direção da fé verdadeira. Minha mãe foi a intermediária entre mim e Deus.”

Sabedoria e mensagem

Santa Mônica deixou para todas as mães o ensinamento de que além de educar os filhos para viverem em sociedade, é preciso também educa-los para Deus, desenvolvendo neles a vida espiritual. Santa Mônica ensina que mães e pais devem se preocupar com a salvação e santificação de seus filhos.

Falecimento

Santa Mônica faleceu no ano 387, aos 56 anos. Santo Agostinho no seu famoso livro autobiográfico intitulado “Confissões” fez um monumento indelével à memória de Santa Mônica. O corpo de Santa Mônica foi descoberto em 1430. O Papa Martinho V transportou-o para Roma e depositou-o na igreja de Santo Agostinho.

Canonização

Santa Mônica foi canonizada pelo Papa Alexandre lll, por ter sido a responsável pela conversão de Santo Agostinho, ensinado a fé cristã, a moral e a mansidão.

Foi declarada Padroeira das Associações das Mães Cristãs.

Sua festa é comemorada no dia 27 de agosto.

Oração

Nobilíssima Santa Mônica, rogai por todas as mães, principalmente por aquelas mães que se esquecem que ser mãe é sacrificar-se.

Rogai, virtuosa Santa Mônica, para que abram-se as almas de todas as mães, para que elas enxerguem a beleza da vocação materna, a beleza do sacrifício materno.

Rogai, Santa Mônica, para que todas as mães saibam abraçar com Fé o sofrimento e a dor, assumam seus filhos com coragem, como instrumento de santificação para as famílias, e para sua própria santificação. Amém.

Fonte: Site Cruz Terra Santa

Oração, Vocações

Oração pelas Vocações

Oração pelas Vocações

“Jesus, divino mestre, que chamastes apóstolos e discípulos para vos seguir, continuai a passar pelos nossos caminhos, pela nossas famílias e pelas nossas escolas e repeti o convite aos nossos jovens e às pessoas de boa vontade.  Dai coragem e força aos convidados para que sejam fiéis como apóstolos leigos, como sacerdotes, religiosos e religiosas, para o bem do povo de Deus e de toda a humanidade.  Vós que viveis e reinais para sempre. Amém.”

fonte:  Liturgia Diária – Agosto de 2013 – Ed. Paulus

Acolhimento Cristão, Ano da Fé, Ministério do Acolhimento, Missão, Vocações

A partir de hoje um novo caminhar

A partir de hoje o blog do Ministério do Acolhimento renova sua caminhada para renascer, semear, multiplicar, anunciar e acima de tudo acolher…

blog renovado

Renova-te.
Renasce em ti mesmo.
Multiplica os teus olhos, para verem mais.
Multiplica-se os teus braços para semeares tudo.
Destrói os olhos que tiverem visto.
Cria outros, para as visões novas.
Destrói os braços que tiverem semeado,
Para se esquecerem de colher.
Sê sempre o mesmo.
Sempre outro. Mas sempre alto.
Sempre longe.
E dentro de tudo.

(Cecília Meireles)

Acolhimento Cristão, Ano da Fé, Catequese, Ministério do Acolhimento, Missão, Vocações

Por um novo dinamismo Pastoral

dinamismo pastoralPor Andréia Gripp e Igor Marques

Nas diretrizes gerais da ação evangelizadora da Igreja no Brasil, uma das cinco urgências apresentadas é “caminhar para uma Igreja, comunidade de co­munidades”. O objetivo é buscar a renovação de toda a vida ecle­sial a partir da paróquia.

Assim, o tema central da 51ª Assembleia Geral da CNBB: “Comunidade de comunidades, uma nova paróquia” foi discutido durante os dez dias em que 361 bispos do Brasil estiveram reuni­dos em Aparecida. Das reflexões nasce um novo documento, que direcionará os planos pastorais de dioceses de todo o país.
O arcebispo do Rio e presiden­te do Regional Leste 1 da CNBB, Dom Orani João Tempesta, con­sidera que o tema, que já está pre­sente no 11º Plano de Pastoral de Conjunto da Arquidiocese do Rio, é importante para que no Brasil cresça a conscientização de que a paróquia é uma presença capilar da Igreja nos diversos setores e ambientes sociais.
“A questão principal é: como fazer isso acontecer na prática? Nós temos, por exemplo, no Rio de Janeiro, os círculos bíblicos, que é um jeito de fazer esse trabalho; as pequenas comu­nidades e muitas capelas, mas precisamos continuar desenvol­vendo isso para poder aumentar o número de capelas, círculos bíblicos, grupos de reflexão, pe­quenas comunidades, para que haja essa rede nas paróquias, que estão diretamente ligadas ao governo da arquidiocese. Então, na verdade, o tema aqui da CNBB confirma aquilo que já estamos fazendo”, afirmou o arcebispo.
Dom Orani também res­saltou que neste contexto não se fala apenas de comunidades geográficas. “Também temos grupos de comunidades que não são geográficas, formadas por interesses em comum, faixa etá­ria, profissão ou escolaridade, como os grupos de comunida­des novas, de jovens, de idosos e universitários, assim como também alguns tipos de ir­mandades. Então, temos vários tipos de grupos que se reúnem para aprofundar e viver a sua fé, e todos devem sentir-se parte de uma comunidade paroquial, embora não seja geograficamen­te daquela parte da paróquia.
E esse é o grande ‘X’ da questão. Como fazer que todos estejam unidos? Tanto aqueles que são transterritoriais, como aqueles que são territoriais”, pontuou.
O bispo de Petrópolis, Dom Gregório Paixão, complemen­tou: “De um modo geral, o do­cumento apresentado sobre o tema central está muito bom, e vai impactar profundamente a Igreja no Brasil. Eu acho que a grande expectativa é colocar na cabeça do clero e dos leigos que trabalham conosco a necessida­de de vivermos pastoralmente unidos para levar ao mundo a novidade que é Jesus Cristo. Antes de nos preocuparmos em levar as pessoas para a Igreja, antes de levar regras e normas, devemos fazer o primeiro anún­cio da pessoa de Jesus Cristo. A Igreja vem em segundo lugar. Primeiro o Cristo. Claro que se levamos Jesus Cristo, a Igreja virá por consequência.”
Durante a reflexão do tema central, também foi muito debatida a questão da acolhida e da necessidade de a Igreja ir ao encontro das pessoas. “In­felizmente nós não sabemos acolher as pessoas, não estamos abraçando as pessoas como elas devem ser abraçadas. Nós precisamos ter a compreensão de que sem acolhida, sem o carinho, sem que as pessoas encontrem seu espaço dentro da Igreja, de nada vai adiantar termos pastorais. Nós preci­samos sair da conservação, ou seja, às vezes nós achamos que tudo está muito lindo, que a Igreja está cheia de gente, que as pastorais estão funcionando, que está tudo maravilhoso. Mas há muitas pessoas que se afastaram da comunidade de fé e outras que não receberam ainda o primeiro anúncio. Então, nós não podemos ficar esperando que elas venham nos procurar.
Fonte:  Testemunho de Fé