Encontros de Acolhimento

Encontros de Acolhimento

Encontros de Acolhimento é uma iniciativa do Ministério do Acolhimento da Paróquia São Paulo Apóstolo que visa fortalecer os laços de fraternidade de todos aqueles que já viveram ou pretendem viver uma experiência com o Cristo Ressuscitado, a partir de uma abordagem bíblica, seguindo orientações do Magistério da Igreja.

Confira a programação para 2015 

orar refletir e transformar

 Conversão Pastoral da Paróquia

misericordiae vultus

Misericordiae Vultus

Diálogos sobre ideologia de GeneroDiálogos sobre Ideologia de Gênero

(Encontro de agentes do Ministério do Acolhimento aberto aos interessados)

Confira a programação de 2016

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Os Encontros de Acolhimento terão 50 minutos de duração, divididos em duas partes:

Primeiro dia – 20/02/2016

  • Primeira parte: Reflexão sobre a homilia de São Clemente I (séc I)
  • Segunda Parte:  Oração/Penitência/Jejum

Segundo dia – 27/02/2016

  • Primeira Parte: Reflexão sobre a homilia de São Crisóstomo (séc IV)
  • Segunda Parte: Perdão/Reconciliação/Conversão

Terceiro dia – 05/03/2016

  • Primeira Parte: Reflexão sobre a homilia de Santo Ambrósio (séc IV)
  • Segunda Parte:  Obras de Caridade material e espiritual

Quarto dia – 12/03/2016

  • Primeira Parte:  Reflexão sobre a Grande Homilia do Sábado Santo
  • Segunda Parte: Indulgências

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Clique na imagem para acessar o releasea-humanidade-de-sao-paulo

Clique na imagem para acessar o release e os slides utilizados

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  1. Eu participei de alguns encontros e me senti gratificada pois aprendi muito. Aprofundar é sempre bom mesmo não fazendo parte do Ministério do Acolhimento não me importo, porque a formação é para aqueles que desejam caminhar, entender melhor o caminho de Jesus Cristo. A palavra de Deus é a bússola da minha vida, quanto mais escuto, mais me sinto leve.

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  2. Adorei essa programação. Vamos divulgar até porque as pessoas precisam se preparar para receberem a Relíquia da Irmã Dulce em agosto. Os temas do aprofundamento estão excelentes e precisamos todos nós, acolhimento ou não, sempre estar reciclados para evangelizar melhor a todos que encontramos. Oportunidade de evangelizar existe sempre mas para isso precisamos saber a nossa religião, senão passaremos vergonha.

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  3. Amados irmãos, pertenço ao grupo de acolhimento, São Pedro Apóstolo e como não há uma formação específica para acolher, me preocupa alguns posicionamentos na missa, tanto para acolher a palavra como para acolher a comunidade. O que faço?

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    • Boa noite! Paz e bem.
      Vamos por parte.
      Algumas pessoas pensam que o ato de acolher equipara-se à recepção, mas isso não é verdade.
      Acolher envolve um olhar diferenciado, semelhante ao que Jesus olhou para Mateus, Zaqueu, a Samaritana, a Pecadora.
      É o olhar que ressalta a dignidade do irmão, como Filho de Deus.
      Envolve também a qualidade do relacionamento, não só na comunidade paroquial, mas em casa, com os vizinhos, colegas de trabalho, no transporte, etc.
      Pense no quanto é belo um bom dia pleno do amor de Deus!
      Não entendi suas preocupações, mas normalmente oriento a nunca, em hipótese alguma, mudar a liturgia. A celebração eucarística é uma grande graça de Deus, tão maravilhosa, que há quatro segundos, apenas, uma missa é iniciada em algum lugar do mundo. Já imaginou quantas graças são derramadas quando o presidente da celebração diz: “Eis o Cordeiro de Deus que tira do pecado do mundo” !? Siga por aí… transborde e deixe transbordar o grande Amor de Deus em sua vida!

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    • Boa tarde, Tarcísio! Oriento que o primeiro passo é identificar situações de acolhida na Palavra (Antigo e Novo Testamentos), após busque o plano de pastoral de conjunto da sua diocese e verifique o que a Igreja orienta neste sentido. A reflexão diária da liturgia do dia é essencial para uma boa acolhida, por isso considere também o exercício da lectio divina. No mais há inúmeros documentos da Igreja que também traçam aspectos importantes do exercício do acolhimento cristão em seus diversos aspectos. Como estamos no Ano da Misericórdia, comece pela Carta Encíclica Dives in Misericordiae, de João Paulo II, o capítulo IV especialmente deve ser bem refletido, e a Exortação Apostólica do Papa Francisco Amoris laetitia, também é muito importante. A prática varia de comunidade para comunidade, mas a base bíblico e doutrinária é a mesma, por isso é tão importante se basear nelas.

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