Solenidade de Corpus Christi – Horário das Missas

Atenção:

Conforme consta nos Avisos Paroquiais as missas da Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo na Paróquia São Paulo Apóstolo, acontecerão nos seguintes horários: 07:30 h – 09:00 h-12:00 h – 18:00 h.

A Procissão Arquidiocesana terá início na Igreja da Candelária e seguirá até a Catedral Metropolitana. As 15:00 h acontecerá a Oração das Vésperas e em seguida começará a Procissão. Pede-se a Colaboração de um quilo de Alimento não perecível a ser distribuído aos irmãos necessitados pelas Obras Sociais de Nossa Igreja, como gesto concreto do Ano da Caridade.

Corpo de Deus

 

corpus christi Arquidiocese

Liturgia do Dia – 18/06/2014

Mateus 6,  1-6.16-18“A herança espiritual que deixamos como cristãos consiste em nosso testemunho e na autenticidade dos nossos atos.  Nossas práticas religiosas não são um fim em si, mas caminhos para crescer na caridade.”

Primeira leitura:  2 Reis 2, 1.6-14

Salmo Responsorial:  30 (31)

Evangelho:  Mateus 6,  1-6.16-18

Liturgia do Dia – 17/06/2014

Mateus 5, 43-48“Jesus nos surpreende com suas propostas antiviolência.  O “amor aos inimigos” tem como fundamento a gratuidade do Pai celeste; significa a capacidade de nos relacionar e querer bem mesmo em meio a conflitos aparentemente insolúveis.”

Primeira leitura:  1 Reis 21, 17-29

Salmo Responsorial:  50 (51)

Evangelho:  Mateus 5, 43-48

Luz, esplendor e graça na Trindade e da Trindade, Das Cartas de Santo Atanásio, bispo

Santíssima+Trindade

Não devemos perder de vista a tradição, a doutrina e a fé da Igreja católica, tal como o Senhor ensinou, tal como os apóstolos pregaram e os Santos Padres transmitiram. De fato, a tradição constitui o alicerce da Igreja, e todo aquele que dela se afasta deixa de ser cristão e não merece mais usar este nome.

Ora, a nossa fé é esta: cremos na Trindade santa e perfeita, que é o Pai, o Filho e o Espírito Santo; nela não há mistura alguma de elemento estranho; não se compõe de Criador e criatura; mas toda ela é potência e força operativa; uma só é a sua natureza, uma só é a sua eficiência e ação. O Pai cria todas as coisas por meio do Verbo, no Espírito Santo; e deste modo, se afirma a unidade da Santíssima Trindade. Por isso, proclama-se na Igreja um só Deus, que reina sobre tudo, age em tudo e permanece em todas as coisas (cf. Ef 4,6). Reina sobre tudo como Pai, princípio e origem; age em tudo, isto é, por meio do Verbo; e permanece em todas as coisas no Espírito Santo.

São Paulo, escrevendo aos coríntios acerca dos dons espirituais, tudo refere a Deus Pai como princípio de todas as coisas, dizendo: Há diversidade de dons, mas um mesmo é o Espírito. Há diversidade de ministérios, mas um mesmo é o Senhor. Há diferentes atividades, mas um mesmo Deus que realiza todas as coisas em todos (lCor 12,4-6).

Os dons que o Espírito distribui a cada um vêm do Pai por meio do Verbo. De fato, tudo o que é do Pai é do Filho; por conseguinte, as graças concedidas pelo Filho, no Espí­rito Santo, são dons do Pai. Igualmente, quando o Espírito está em nós, está em nós o Verbo, de quem recebemos o Espírito; e, como o Verbo, está também o Pai. Assim se cumpre o que diz a Escritura: Eu e o Pai viremos a ele e nele faremos a nossa morada (Jo 14,23). Pois onde está a luz, aí também está o esplendor da luz; e onde está o esplendor, aí também está a sua graça eficiente e esplendorosa.

São Paulo nos ensina tudo isto na segunda Carta aos coríntios, com as seguintes palavras: A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós (2Cor 13,13). Com efeito, toda a graça que nos é dada em nome da Santíssima Trindade, vem do Pai, pelo Filho, no Espírito Santo. Assim como toda a graça nos vem do Pai por meio do Filho, assim também não podemos receber nenhuma graça senão no Espírito Santo. Realmente, participantes do Espírito Santo, possuí­mos o amor do Pai, a graça do Filho e a comunhão do mesmo Espírito.

Liturgia do Dia – 15/06/2014

joão 3, 16-18“Subindo a montanha, Moisés se encontra com Deus e implora clemência para si e para o povo.  Descendo do céu, Jesus traz amor e misericórdia do Pai, na comunhão do Espírito.  À Trindade santa, demos glória e louvor eternamente.”

Primeira leitura:  Êxodo 34, 4-6.8-9

Salmo Responsorial: Deuteronômio 3

Segunda leitura:  2Coríntios 13, 11-13

Evangelho:  João 3, 16-18

Solenidade de Corpus Christi

corpus christi arquidiocese

Como um gesto de unidade, todos os fiéis da Arquidiocese do Rio estão sendo convidados a adorar o Santíssimo Sacramento durante a 88ª Semana Eucarística, entre os dias 12 e 19 de junho, no Santuário Nacional de Adoração Perpétua – Praça Cardeal Leme, 11, no Centro.

Confira a programação:


14 de junho, sábado

9h – Crianças e adolescentes (Rio Celebra, com transmissão pela Redevida), Catequese especial, Catequese Eucarística, Coroinhas, Cruzada Eucarística, Infância Missionária, Movimento Eucarístico Jovem, Perseverança, escolas católicas, públicas e particulares, crianças da catequese paroquial e crianças em geral

Oficiante: Cardeal Orani João Tempesta

11h – Pastoral Vocacional e clubes vocacionais

Oficiante: Dom Paulo Cezar Costa

15h – Juventude

Oficiante: Cardeal Orani João Tempesta

19h – Celebração Eucarística solenizada

20h – Assembleia geral da Adoração Noturna

Oficiante: padre José Laudares de Ávila

21h – Adoração Noturna

Oficiante: padre José Laudares de Ávila

15 de junho, domingo

6h, 8h, 10h – Missas dominicais

12h – Portadores de deficiência

Oficiante: padre Roberto dos Santos Pereira

14h30 – Mescs, Acolhimento e todos os grupos ligados à liturgia

Oficiante: Dom Edson de Castro Homem

16h – Guarda de Honra do Santíssimo Sacramento

Oficiante: padre José Laudares de Ávila

16 de junho, segunda-feira

15h – Clero

Oficiante: Cardeal Orani João Tempesta

17h – Religiosos, institutos de Vida Consagrada e Novas Comunidades

Oficiante: Dom Roberto Lopes, OSB

18h – Celebração Eucarística solenizada

20h – Pastoral Familiar e todos os movimentos, grupos e associações ligados à família

Oficiante: Dom Antonio Augusto Dias Duarte

17 de junho, terça-feira

10h – Hora Santa com os Movimentos Marianos (Federação das Congregações Marianas, Legião de Maria, Movimento Apostólico de Schöenstatt, Pia União das Filhas de Maria, Rosário em Família)

Oficiante: Dom Edson de Castro Homem

18h – Celebração Eucarística solenizada

18 de junho, quarta-feira

10h – Hora Santa com o Vicariato Episcopal para a Comunicação Social (artistas, Rádio Catedral,  Pascom, jornal “Testemunho de Fé” e outros)

Oficiante: Dom Roque Costa Souza

15h – Hora Santa dos Círculos Bíblicos e grupos de reflexão

Oficiante: Dom Luiz Henrique Brito

18h – Celebração Eucarística solenizada

20h – Hora Santa do Vicariato para a Caridade Social (Ação Católica Operária, Banco da Providência, Círculos Operários, Juristas Católicos, Juventude Operária Católica, Liga Católica Jesus, Maria e José, M.F.C., Médicos Católicos, Pastoral da Criança, Pastoral da Saúde, Pastoral da Sobriedade, Pastoral da Terceira Idade, Pastoral das Domésticas, Pastoral das Favelas, Pastoral do Menor, Pastoral do Trabalhador, Pastoral Penal, Renovação Cristã, Toca de Assis)

Oficiante: Dom Paulo Cezar Costa

19 de junho, quinta-feira – Solenidade de Corpus Christi 

6h, 8h – Missas festivas

10h – Solene Concelebração Eucarística presidida pelo Cardeal Orani João Tempesta

15h30 – Vésperas na Igreja Nossa Senhora da Candelária

16h – Procissão de Corpus Chisthi

Quem desejar pode levar alimentos não perecíveis para serem ofertados aos mais necessitados e vela para ser acesa ao final da procissão.

Fonte:  Portal da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro

Liturgia do Dia – 14/06/2014

Mateus 5, 33-37“Seguindo os passos dos profetas e de Jesus, o cristão distingue-se pela verdade e autenticidade, não lhe sendo necessário recorrer ao nome de Deus para dar garantia de sua palavra.”

Primeira leitura:  1Reis 19, 19-21

Salmo Responsorial:  15 (16)

Evangelho: Mateus 5, 33-37

A palavra é viva quando são as obras que falam, Dos Sermões de Santo Antônio de Pádua, presbítero

santo antonio de pádua

Quem está repleto do Espírito Santo fala várias línguas. As várias línguas são os vários testemunhos sobre Cristo, a saber: a humildade, a pobreza, a paciência e a obediência; falamos estas línguas quando os outros as veem em nós mesmos. A palavra é viva quando são as obras que falam. Cessem, portanto, os discursos e falem as obras. Estamos saturados de palavras, mas vazios de obras. Por este motivo o Senhor nos amaldiçoa, como amaldiçoou a figueira em que não encontrara frutos, mas apenas folhas. Diz São Gregório: “Há uma lei para o pregador: que faça o que prega”. Em vão pregará o conhecimento da lei quem destrói a doutrina por suas obras.

Os apóstolos, entretanto, falavam conforme o Espírito Santo os inspirava (cf. At 2,4). Feliz de quem fala conforme o Espírito Santo lhe inspira e não conforme suas ideias! Pois há alguns que falam movidos pelo próprio espírito e, usando as palavras dos outros, apresentam-nas como suas, atribuindo-as a si mesmos. Destes e de outros semelhantes, diz o Senhor por meio do profeta Jeremias: Terão de se haver comigo osprofetas que roubam um do outro as minhas palavras. Terão de se haver comigo os profetas, diz o Senhor, que usam suas línguas para proferir oráculos. Eis que terão de haver-se comigo os profetas que profetizam sonhos mentirosos, diz o Senhor, que os contam, e seduzem o meu povo com suas mentiras e seus enganos. Mas eu não os enviei, não lhes dei ordens, e não são de nenhuma utilidade para este povo – oráculo do Senhor (Jr 23,30-32).

Falemos, portanto, conforme a linguagem que o Espírito Santo nos conceder; e peçamos-lhe humilde e devotamente que derrame sobre nós a sua graça, a fim de podermos celebrar o dia de Pentecostes com a perfeição dos cinco sentidos e na observância do decálogo. Que sejamos repletos de um profundo espírito de contrição e nos inflamemos com essas línguas de fogo que são os louvores divinos. Desse modo, ardentes e iluminados pelos esplendores da santidade, mereceremos ver o Deus Uno e Trino.

 

Liturgia do Dia – 13/06/2014

mateus 5, 27-32“Deus se revela na brisa suave, no alto do monte da aliança.  A mensagem que Jesus proclamou no sermão da montanha destina-se, antes de tudo, à transformação do coração da pessoa.”

Primeira leitura:  1 Reis 19, 9.11-16

Salmo Responsorial:  26 (27)

Evangelho:  Mateus 5, 27-32

Liturgia do Dia – 10/06/2014

Mateus 5, 13-16“A generosidade e a partilha são fonte de vida e garantia de ‘vasilha cheia’. Sendo luz e sal, o cristão é chamado a iluminar os caminhos da sociedade e possibilitar a cada pessoa a experiência do sentido profundo da vida.”

Primeira leitura: 1 Reis 17, 1-16

Salmo Responsorial:  4

Evangelho:  Mateus 5, 13-16

Festa de Santo Antônio de Pádua

santo antonio de pádua

 

Santo Antônio de Pádua, Doutor da Igreja, um franciscano chamado de “O Martelo dos Hereges” e o “Trabalhador Maravilhoso” e a “Arte Viva do Covenant”.

Ele nasceu Fernando Martin de Bulhom, em 15 de agosto 1195 em Lisboa, Portugal filho de um cavalheiro corte de do Rei Alfonso II, Martinho Bulhões e Maria Teresa Taveira. Em 1212 ele tornou-se um membro regular da Ordem de Santo Agostinho e foi educado em Coimbra em 1220. A chegada das relíquias de cinco mártires franciscanos de Marrocos em 1221 levou Santo Antônio a entrar para a ordem dos franciscanos. Ele foi em uma missão a Marrocos e ao voltar foi designado para atender a Capítulo Geral da Ordem de Assis em 1221. Tornando-se conhecido como um grande pregador com grande zelo e eloquência, Santo Antônio viajou pela Itália pela sua Ordem e assumiu varias posições administrativas.

De 1222 a 1224 Santo Antônio pregou contra os Catares, de 1224 a 1227 ele confrontou com os hereges Albigensianos.  O Papa Gregório IX , deu a ele ordem para por de lado todas os seus outros deveres, e continuar a sua pregação. Santo Antônio se fixou em Pádua, reformou a cidade, acabou com a prisão de devedores e ajudou os pobres. Em 1231 ele sofreu de exaustão e foi se recuperar em Campossanpietro. No seu retorno a Pádua ele não agüentou e acabou morrendo no convento das “Clarissas Pobres” em Arcella, em 13 de junho de 1231.

Santo Antônio foi chamado o “Trabalhador Maravilha” pelos seus muitos milagres. Ele pregava para multidões na chuva e a sua audiência ficava seca a despeito do forte aguaceiro. Ele foi saudado como um traumatologista após ter curado a perna de um homem que tinha sido seccionada e fez outro homem voltar a vida, para testemunhar em uma audiência de assassinato onde um inocente estava sendo considerado culpado. Perto da morte de S. António aparece-lhe o Menino Jesus na cela de Camposampiero.

Santo Antônio é o padroeiro de Pádua, de Lisboa, de Split, de Paderborn, de Hil-desheim, dos casais é um santo popular para encontrar itens perdidos. No Brasil é o santo casamenteiro e é invocado pelas moças solteiras para encontrar um noivo. O “dia dos namorados” no Brasil é celebrado na véspera de sua festa ou seja no dia 12 de junho.

Faleceu no dia 13-06-1231 em Arcella, nos arredores  de Pádua. Foi canonizado em 30-05-1232 pelo Papa Gregório IX em Espoleto (Úmbria), Itália.

Foi indicado Doutor da Igreja em 16-01-1946 por Pio XII com o título de “Doutor Evangélico“.

Na arte litúrgica da igreja ele é mostrado como um franciscano e as vezes com o Menino Jesus.

O milagre dos peixes:
Santo António faz um sermão aos peixes, no rio Marecchia porque os homens de Rimini não o querem ouvir. Ao ver isto eles arrependem-se e dirigem-se para junto do santo, ouvindo o sermão.

O milagre do jumento:
Um herege não acreditava que Cristo de fato estava presente na Eucaristia. Santo António diz que o jumento, que o homem tinha, era menos teimoso e que seria mais fácil convencê-lo. Ao ver a hóstia o jumento ajoelha-se.

Em 1236 fizeram o traslado do corpo do Santo. Foi possível encontrar a língua do Santo perfeitamente rosada no corpo já em decomposição. A língua ficou como relíquia lembrando que aquela língua anunciou a palavra de Deus ao mundo.

 

O Espírito Santo na Vida e na Missão da Igreja

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Sem o Espírito Santo, Deus fica longe;
Cristo permanece no passado;
O Evangelho é letra morta;
A Igreja é uma simples organização;
A autoridade é um poder;
A missão é propaganda;
O culto, uma velharia;
E o agir moral, um agir de escravos.
Mas, no Espírito, o cosmos é enobrecido pela geração do Reino;
Cristo ressuscitado torna-se presente;
O Evangelho faz-se poder e vida;
A Igreja realiza a comunhão trinitária;
A autoridade transforma-se em serviço;
A liturgia é memorial e antecipação;
O agir humano é divinizado.”

(Sua Santidade Patriarca Atenágoras I, Patriarca Ecumênico de Constantinopla, 1948-1972)

Liturgia do Dia – 07/06/2014

joão 21, 20-25“Ser cristão é seguir Jesus, mas nem todos o seguem da mesma forma e nem a todos ele faz as mesmas exigências.  O importante é a fidelidade ao evangelho, que nos convida a dar testemunho para de tolerância religiosa.”

Primeira leitura: Atos dos Apóstolos 28, 16-20.30-31

Salmo Responsorial:  10 (11)

Evangelho:   João 21, 2-25

 

Liturgia do Dia – 05/06/2014

joão 17, 20-26“É preciso dar testemunho de Jesus e de sua palavra em qualquer tempo e lugar, para que todas as pessoas cheguem à perfeita unidade, deixando para trás divisões e conflitos.”

Primeira leitura:  Atos dos Apóstolos 22, 30; 23, 6-11

Salmo Responsorial:  15 (16)

Evangelho:  João 17, 20-26

Liturgia do Dia – 04/06/2014

joão 17, 11-19“As lideranças são incentivadas a permanecer firmes na missão recebida do Espírito Santo, e toda a comunidade tem a responsabilidade de rezar e se empenhar pela unidade dos cristãos.”

Primeira leitura:  Atos dos Apóstolos 20, 28-38

Salmo Responsorial: 67 (68)

Evangelho:  João 17, 11-19

Liturgia do Dia – 03/06/2014

joão 17, 1-11“O apóstolo testemunha o serviço que realizou em nome da fé e mostra-se consciente das provações que ainda há de sofrer.  Sua vida reflete a de Jesus, sempre fiel ao Pai e ao povo a ele confiado, por quem intercede.”

Primeira leitura:  Atos dos Apóstolos 20, 17-27

Salmo Responsorial:  67 (68)

Evangelho:  João 17, 1-11

Liturgia do Dia – 02/06/2014

joão 16,26-33“Cristo disse: ‘Eu venci o mundo'; da mesma forma, os cristãos são convidados a vencer as dificuldades e tribulações que surgem pelo caminho. A fé se prova na confiança em Deus e na coragem em favor do seu reino.”

Primeira leitura:  Atos dos Apóstolos 19, 1-8

Salmo Responsorial:  67 (68)

Evangelho:   João 16, 29-33

A água viva do Espírito Santo – Das Catequeses de São Cirilo de Jerusalém, bispo

pentecostes

        A água que eu lhe der se tornará nele fonte de água viva, que jorra para a vida eterna (Jo 4,14). Água diferente, esta que vive e jorra; mas jorra apenas sobre os que são dignos dela. Por que motivo o Senhor dá o nome de “água” à graça do Espírito Santo? Certamente porque tudo tem necessidade de água; ela sustenta as ervas e os animais. A água das chuvas cai dos céus; e embora caia sempre do mesmo modo e na mesma forma, produz efeitos muito variados. De fato, o efeito que produz na palmeira não é o mesmo que produz na videira; e assim em todas as coisas, apesar de sua natureza ser sempre a mesma e não poder ser diferente de si própria. Na verdade, a chuva não se modifica a si mesma em qualquer das suas manifestações. Contudo, ao cair sobre a terra, acomoda-se às estruturas dos seres que a recebem, dando a cada um deles o que necessita.

Com o Espírito Santo acontece o mesmo. Sendo único, com uma única maneira de ser e indivisível, distribui a graça a cada um conforme lhe apraz. E assim como a árvore ressequida, ao receber água, produz novos rebentos, assim também a alma pecadora, ao receber do Espírito Santo o dom do arrependimento, produz frutos de justiça. O Espírito tem um só e o mesmo modo de ser; mas, por vontade de Deus e pelos méritos de Cristo, produz efeitos diversos.

Serve-se da língua de uns para comunicar o dom da sabedoria; ilumina a inteligência de outros com o dom da profecia. A este dá o poder de expulsar os demônios; àquele concede o dom de interpretar as Sagradas Escrituras. A uns fortalece na temperança, a outros ensina a misericórdia; a estes inspira a prática do jejum e como suportar as austeridades da vida ascética; e àqueles o domínio das tendências carnais; a outros ainda prepara para o martírio. Enfim, manifesta-se de modo diferente em cada um, mas permanece sempre igual a si mesmo, como está escrito: A cada um é dada a manifestação do Espírito em vista do bem comum (ICor 12,5).

Branda e suave é a sua aproximação; benigna e agradá­vel é a sua presença; levíssimo é o seu jugo! A sua chegada é precedida por esplêndidos raios de luz e ciência. Ele vem com o amor entranhado de um irmão mais velho: vem para salvar, curar, ensinar, aconselhar, fortalecer, consolar, ilu­minar a alma de quem o recebe, e, depois, por meio desse, a alma dos outros.

Quem se encontra nas trevas, ao nascer do sol recebe nos olhos a sua luz, começando a enxergar claramente coisas que até então não via. Assim também, aquele que se tornou digno do Espírito Santo, recebe na alma a sua luz e, elevado acima da inteligência humana, começa a ver o que antes ignorava.

Liturgia do Dia – 01/06/2014

(c) Shipley Art Gallery; Supplied by The Public Catalogue Foundation“Abramos o coração à luz da palavra de Deus, o qual nos traz o relato da elevação de Jesus aos céus e nos conclama a continuar sua missão, na certeza de sua permanente presença entre nós.”

Primeira leitura:  Atos dos Apóstolos 1, 1-11

Salmo Responsorial: 46 (47)

Segunda leitura: Efésios 1, 17-23

Evangelho:  Mateus 28, 16-20

Liturgia do Dia – 31/05/2014

visitazione della madonna“A Igreja encerra o mês dedicado a Maria com a festa da Visitação de Nossa Senhora.  Mostrando confiança nos desígnios do Senhor, Maria partilha com Isabel sua ajuda e sua alegria.”

Primeira leitura:  Sofonias 3, 14-18

Salmo Responsorial:  Isaías 12

Evangelho:  Lucas 1, 39-56

O envio do Espírito Santo

pentecostes

Ao dar a seus discípulos poder para que fizessem os homens renascer em Deus, o Senhor lhes disse: Ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo (Mt 28,19)

Deus prometera, por meio dos profetas, que nos últimos tempos derramaria o seu Espírito sobre os seus servos e servas para que recebessem o dom da profecia. Por isso, o Espírito Santo desceu sobre o Filho de Deus, que se fez Filho do homem, habituando-se com ele a conviver com o gênero humano, a repousar sobre os homens e a morar na criatura de Deus. Assim renovava os homens segundo a vontade do Pai, fazendo-os passar da sua antiga condição para a vida nova em Cristo.

São Lucas nos diz que esse Espírito, depois da ascensão do Senhor, desceu sobre os discípulos no dia de Pentecostes, com o poder de dar a vida nova a todos os povos e de fazê-los participar da Nova Aliança. Eis porque, naquele dia, todas as línguas se uniram no mesmo louvor de Deus, enquanto o Espírito congregava na unidade as raças mais diferentes e oferecia ao Pai as primícias de todas as nações.

Foi por isso que o Senhor prometeu enviar o Paráclito, que os tornaria capazes de receber a Deus. Assim como a farinha seca não pode, sem água, tornar-se uma só massa nem um só pão, nós também, que somos muitos, não poderíamos transformar-nos num só corpo, em Cristo Jesus, sem a água que vem do céu. E assim como a terra árida não produz fruto se não for regada, também nós, que éramos antes como uma árvore ressequida, jamais daríamos frutos de vida, sem a chuva da graça enviada do alto.

Com efeito, nossos corpos receberam, pela água do batismo, aquela unidade que os torna incorruptíveis; nossas almas, porém, a receberam pelo Espírito.

O Espírito de Deus desceu sobre o Senhor como espírito de sabedoria e discernimento, espírito de conselho e fortaleza, espírito de ciência e de temor de Deus (Is 11,2). É este mesmo Espírito que o Senhor por sua vez deu à Igreja, enviando do céu o Paráclito sobre toda a terra, daquele céu de onde também Satanás caiu como um relâmpago (cf. Lc 10,18).

Por esse motivo, temos necessidade deste orvalho da graça de Deus para darmos fruto e não sermos lançados ao fogo, e para que também tenhamos um Defensor onde temos um acusador. Pois o Senhor confiou ao Espírito Santo o cuidado da sua criatura, daquele homem que caíra nas mãos dos ladrões e a quem ele, cheio de compaixão, enfaixou as feridas e deu dois denários reais. Tendo assim recebido pelo Espírito a imagem e a inscrição do Pai e do Filho, façamos frutificar os dons que nos foram confiados e os restituamos multiplicados ao Senhor.

Fonte: Do Tratado contra as heresias, de Santo Irineu, bispo

Liturgia do Dia – 30/05/2014

joão 16, 20-23“É grande alegria saber que o povo pertence a Deus e é alvo de missão da Igreja.  Mesmo nascendo de tribulações, a alegria deve ser vista como sinal seguro do mundo renovado.”

Primeira leitura:  Atos dos Apóstolos 18, 9-18

Salmo Responsorial:  46 (47)

Evangelho:  João 16, 20-23