Liturgia do Dia – 12/05/2016

joão 17, 20-26“É incompreensível a divisão entre os que professam a mesma fé, pois fomos resgatados no mesmo amor e na mesma misericórdia.  Os verdadeiros discípulos acolhem o ensinamento de Cristo e dão testemunho do Evangelho.  Esta é também nossa missão de cristãos batizados.”

Primeira leitura:  Atos dos Apóstolos 22,30;6-11

Salmo Responsorial:  15

Evangelho:  João 17, 20-26

A Catequese do Papa Francisco – 11/05/2016

brasão-papa_-Francisco

CATEQUESE
Praça São Pedro – Vaticano
Quarta-feira, 11 de maio de 2016

 

Caros irmãos e irmãs, bom dia!

Hoje, esta audiência acontece em dois lugares: como risco de perigo da chuva, os enfermos participam na Sala Paulo VI e nos acompanham por meio de telões; dois lugares mas uma só audiência. Vamos saudar os enfermos que estão na Sala Paulo Paulo VI. Queremos refletir hoje sobre a parábola do Pai Misericordioso. Ela nos fala de um pai e de seus dois filhos, e nos apresenta a misericórdia infinita de Deus.

Vamos partir do fim, isto é, da alegria do coração do Pai, que diz: “Façamos festa, porque este meu filho estava morto e voltou a viver, estava perdido e foi encontrado” (vv. 23-24). Com estas palavras, o pai interrompeu o filho menor no momento em que estava confessando sua culpa: “Não sou mais digno de ser chamado de teu filho…” (v. 19). Mas. Esta expressão é insuportável para o coração do pai, que se apressa em restituir ao filho os sinais de sua dignidade: a bela roupa, o anel, os calçados. Jesus não descreve um pai ofendido e ressentido, um pai que, por exemplo, diz ao filho: “Você vai me pagar”: não, o pai o abraça, o espera com amor.

Ao contrário, a única coisa que o pai tem no coração é que este filho está diante dele são e salvo e isto o faz feliz e faz festa. O acolhimento do filho que retorna é descrito de maneira comovente: “Quando ainda estava distante, seu pai o viu, teve compaixão, correu-lhe ao encontro, abraçou-o e beijou-o” (v. 20). Quanta ternura; viu-o ao longe: o que isso significa? Que o pai subia continuamente sobre o terraço para observar a estrada e ver se o filho voltava; aquele filho que tinha aprontado de tudo, mas o pai o aguardava. Que coisa mais bela a ternura do pai!

A misericórdia do pai é transbordante, incondicional, e se manifesta ainda antes de o filho falar. Certo, o filho saber que errou e o reconhece: “Pequei… trata-me com um de teus empregados” (v. 19). Mas estas palavras se dissolvem diante do perdão do pai. O abraço e o beijo de seu papai os fazem entender que sempre foi considerado filho, apesar de tudo. É importante este ensinamento de Jesus: a nossa condição de filhos de Deus é fruto do amor do coração do Pai; não depende de nossos méritos ou de nossas ações, e portanto ninguém pode tirá-la, nem mesmo o diabo! Ninguém pode nos tirar esta dignidade.

Esta palavra de Jesus nos encoraja a não desesperar jamais. Penso nas mães e nos pais apreensivos quando veem os filhos distanciando-se e tomando caminhos perigosos. Penso nos párocos e catequistas que, às vezes, se perguntam se o trabalho deles está sendo em vão. Mas penso também em quem está preso, e lhe parece que a sua vida tenha terminado; a muitos que fizeram escolhas erradas e não conseguem olhar para o futuro; a todos aqueles que tem fome de misericórdia e de perdão e creem não merecê-lo… em qualquer situação da vida, não deve esquecer que não deixarei jamais de ser filho de um Pai que me ama e espera o meu retorno. Mesmo na situação mais feia da vida, Deus me espera, Deus quer me abraçar, Deus me espera.

Na parábola há um outro filho, o mais velho; também ele tem necessidade de descobrir a misericórdia do pai. Ele sempre permaneceu em casa, mas é tão diferente do pai! As suas palavras carecem de ternura: “‘Eu trabalho para ti há tantos anos, jamais desobedeci a qualquer ordem tua… mas quando chegou esse teu filho…” (vv. 29-30). Vejamos o desprezo: não diz nunca “pai”, não diz meu “irmão”, pensa só em si mesmo, se gaba de ter sempre ficado ao lado do pai e tê-lo servido; apesar de nunca ter vivido com alegria esta proximidade. E agora acusa o pai de não ter-lhe dado um cabrito para fazer festa. Pobre pai! Um filho que tinha ido embora, e outro nunca lhe foi próximo de verdade! O sofrimento do pai é como o sofrimento de Deus, o sofrimento de Jesus quando nos distanciamos ou porque fomos distante ou porque estamos perto mas sem ser próximos.

O filho mais velho, também ele tem necessidade de misericórdia. Os justos, aqueles que acreditam ser justos, também tem necessidade de misericórdia. Este filho representa nós quando nos perguntamos se vale a pena fadigar tanto se não recebemos nada em troca. Jesus nos recorda que na casa do Pai não se permanece para ter uma compensação, mas porque tem a dignidade dos filhos corresponsáveis. Não se trata de “permutar” com Deus, mas de estar no seguimento de Jesus que deu a si mesmo sobre a cruz sem medida.

“Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. Mas era preciso festejar e alegrar- nos” (v. 31). Assim diz o Pai ao filho mais velho. Sua lógica é a da misericórdia! O filho mais novo pensava merecer um castigo por causa de seus próprios pecados, o filho mais velho esperava uma recompensa por seus serviços. Os dois irmãos não se falam, vivem histórias diferentes, mas pensam de acordo com uma lógica diferente da de Jesus: se faz o bem recebe um prêmio, se faz um mal é punido; esta não é a lógica de Jesus, não o é! Esta lógica é subvertida pelas palavras do pai: “era preciso festejar e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e tornou a viver, estava perdido e foi encontrado” (v. 31). O pai recuperou o filho perdido, e agora pode também restituir ao seu irmão! Sem o mais novo, também o filho mais velho deixa de ser um “irmão”. A alegria maior para o pai é ver que seus filhos se reconhecem irmãos.

Os filhos podem decidir unirem-se à alegria do pai ou rejeitá-la. Devem se interrogar sobre seus próprios desejos e sobre a visão que têm da vida. A parábola termina deixando o final suspenso: não sabemos o que tenha decidido fazer o filho mais velho. E isso é um estímulo para nós. Este Evangelho nos ensina que todos temos necessidade de entrar na casa do Pai e participar da sua alegria, da sua festa da misericórdia e da fraternidade. Irmãos e irmãs, abramos nosso coração, para sermos “misericordiosos como o Pai”!

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Ao final da catequese desta quarta-feira, 11, o Papa Francisco fez uma saudação especial aos brasileiros, devido ao conturbado momento político do país:

“Ao saudar vocês, peregrinos brasileiros, o meu pensamento vai à sua amada nação. Nesses dias em que nos preparamos para Pentecostes, peço ao Senhor que derrame abundantemente os dons do Espírito Santo para que, nesses momentos de dificuldade, o país caminhe pelas sendas da harmonia e da paz com a ajuda da oração e do diálogo. Que a proximidade de Nossa Senhora Aparecida – que como uma boa mãe jamais abandona seus filhos – seja defesa e guia no caminho”, disse o Pontífice.

Liturgia do Dia – 11/05/2016

João 17, 11b-19“O apóstolo Paulo continua a recomendar à Comunidade que continue sendo efetivamente a família de Deus, dando ao mundo o testemunho da fraternidade.  O mundo, como oposição ao projeto do Reino de Deus, não pode nos desviar.  Estar no mundo sim, mas não ser do mundo!”

Primeira leitura:  Atos dos Apóstolos 20, 28-38

Salmo Responsorial:  67

Evangelho:  João 17, 11b-19

Liturgia do Dia – 10/05/2016

João 17, 1-11a“Paulo está consciente do cumprimento de sua missão e de sua fidelidade.  Por isso, com autoridade, diz aos que foram gerados na fé para que perseverem naquilo que aprenderam.  Jesus demonstra seu amor aos apóstolos, recomendando-os à proteção do Pai.”

Primeira leitura:  Atos dos Apóstolos 20, 17-27

Salmo Responsorial:  67

Evangelho:  João 17, 1-11a

Liturgia do Dia – 08/05/2016

Lucas 24, 46-53“Jesus, depois do episódio da cruz, manifesta-se vivo a seus discípulos .  Ressuscitado, relembra sua missão e ensinamentos.  Reza pedindo um Espírito de Sabedoria a seus seguidores, para que o anúncio do Evangelho aconteça.  O Ressuscitado é presença da eternidade em nossa humanidade.”

Primeira leitura:  Atos dos Apóstolos 1,1-11

Salmo Responsorial:  46

Segunda leitura:  Efésios 1,17-23

Evangelho:  Lucas 24, 46-53

Liturgia do Dia – 07/05/2016

João 16, 29-33“É preciso o ardor missionário como também a preparação para a missão.  Mesmo podendo contar com o amor do Pai e a inspiração do Espírito, não pode faltar nosso empenho em aprender bem, para poder instruir melhor os ouvintes. “

Primeira leitura: Atos dos Apóstolos 18, 23-28

Salmo Responsorial: 46

Evangelho:  João 16, 23-28b

Liturgia do Dia – 06/05/2016

João 16, 20-23“A Palavra anunciada com ardor traz seus efeitos junto do povo de Deus.  Por isso, o anúncio da verdade de Cristo não pode ser feito apenas por belas palavras, mas com a coerência da própria vida.  Esse foi o caminho percorrido por São Paulo e pelo próprio Cristo.”

Primeira leitura:  Atos dos Apóstolos 18, 9-18

Salmo Responsorial:  46

Evangelho:  João 16, 20-23a

III Jornada Mariana da Paróquia São Paulo Apóstolo – Copacabana

A III Jornada Mariana da Paróquia São Paulo Apóstolo será realizada sob a inspiração da Carta Encíclica Redemptoris Mater, do então Sumo Pontífice João Paulo II, sobre a Bem-Aventurada Virgem Maria na vida da Igreja que está à caminho.

Este ano estaremos homenageando Nossa Senhora Mãe da Divina Providência, padroeira dos Padres Barnabitas e de toda a comunidade Paroquial e contaremos com momentos de louvor e adoração, palestras, missas, e reza do terço mariano.

Acompanhe aqui a programação! Participe! Compartilhe! Convide seus amigos!

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Liturgia do Dia – 05/05/2016

João 16, 16-20“Escutar a Palavra de Deus é um preciso dom ofertado pelo Senhor a seu povo.  Essa Palavra é viva, pois Cristo ressuscitado está no meio de nós, é Ele quem fala e instrui seus discípulos.”

Primeira leitura:  Atos dos Apóstolos 18, 1-8

Salmo Responsorial:  97

Evangelho:  João 16, 16-20

Catequese do Papa Francisco – 04/05/2016

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Catequese do Papa Francisco
Praça São Pedro – Vaticano
4 de maio de 2015

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Todos nós conhecemos a imagem do Bom Pastor que leva nos ombros a ovelha perdida. Este ícone sempre representou a preocupação de Jesus para com os pecadores e a misericórdia de Deus que não quer perder ninguém. A parábola é contada por Jesus para fazer as pessoas entenderem que sua proximidade com os pecadores não deve escandalizar, mas provocar em todos uma séria reflexão sobre a forma como vivemos a nossa fé. A história tem, de um lado, os pecadores que se aproximam de Jesus para ouvi-lo e, de outro, os doutores da lei, os escribas que se desviam Dele por causa de seu comportamento. Eles desviam porque Jesus se aproximou dos pecadores. Estes eram orgulhosos, soberbos, se achavam justos.

Nossa parábola se desenrola em torno de três personagens: o pastor, a ovelha perdida e o resto do rebanho. Mas quem age é só o pastor, não as ovelhas. O pastor, então, é o único protagonista e tudo depende dele. Uma pergunta introduz a parábola: “Qual de vós, tendo cem ovelhas e perdendo uma, não deixa as noventa e nove no deserto e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la?” (V. 4). É um paradoxo que leva a duvidar da ação do pastor: é aconselhável deixar noventa e nova por causa de uma ovelha? E não seria no aprisco das ovelhas, mas no deserto.

Segundo a tradição bíblica, o deserto é um lugar de morte, onde é difícil encontrar comida e água, sem abrigo e à mercê das feras e ladrões. O que podem fazer noventa e nove ovelhas indefesas? O paradoxo continua, no entanto, dizendo que o pastor, quando encontra a ovelha”, coloca-a em seus ombros, vai para casa, convoca os amigos e vizinhos e lhes diz: Alegrai-vos comigo” (v. 6).

Parece, portanto, que o pastor não volta para o deserto para recuperar todo o rebanho! Esforçando-se para encontrar aquela ovelha parece esquecer as outras noventa e nove. Mas, na realidade não é assim. O ensinamento que Jesus quer nos dar é que nenhuma ovelha pode ser perdida. O Senhor não pode resignar-se ao fato de que mesmo uma pessoa possa se perder.

A ação de Deus é ir sempre em busca dos filhos perdidos e, em seguida, fazer festa e se alegrar com eles por tê-los encontrado. É um desejo ardente: nem mesmo noventa e nove ovelhas podem parar o pastor e mantê-lo fechado no redil. Ele pode raciocinar assim: “Eu faço o orçamento: noventa e nove, eu perdi uma, então não é uma grande perda”. Mas ele vai à procura daquela, porque cada uma é muito importante para ele e aquela é a mais necessitada, a mais abandonada, o mais rejeitada; e ele vai procurá-la.

Somos aconselhados: a misericórdia para com os pecadores é o estilo com o qual Deus age e que a misericórdia e Ele é absolutamente fiel. Ninguém e nada pode distraí-lo de sua vontade salvífica. Deus não conhece a nossa cultura atual do descarte, Deus não está envolvido nisso. Deus não descarta ninguém; Deus ama a todos, busca a todos: um por um! Ele não conhece essa palavra: “descartar as pessoas”, porque é todo amor e misericórdia.

O rebanho do Senhor está sempre a caminho: ele não possui o Senhor. Não podemos nos iludir que iremos aprisioná-lo em nossos planos e estratégias. O pastor será encontrado onde está a ovelha perdida. O Senhor, então, deve ser procurado onde Ele quer nos encontrar, não onde pretendemos encontrá-lo!

De nenhum outro modo você pode recobrar o rebanho senão seguindo o caminho traçado pela misericórdia do pastor. Enquanto procura a ovelha perdida, ele faz com que as noventa e nove participem da reunificação do rebanho. Então não só a ovelha carregada no ombro, mas todo o rebanho vai seguir o pastor à sua casa para comemorar com os “amigos e vizinhos.”

Devemos refletir muitas vezes nesta parábola, porque na comunidade cristã há sempre alguém que está faltando, que se foi, deixando o lugar vazio. Às vezes isso é difícil e nos leva a crer que é uma perda inevitável, uma doença incurável. E então corremos o perigo de nos fecharmos em um redil, onde haverá não o cheiro das ovelhas, mas cheiro de mofo!

E os cristãos? Nós não devemos ser fechados, porque vamos ter o cheiro de coisas fechadas. Nunca! Você tem que sair e não se fechar em si mesmos, em pequenas comunidades, nas paróquias, considerando-se “os justos”. Isso acontece quando falta o impulso missionário que nos leva ao encontro dos outros.

Na visão de Jesus não existem, definitivamente, ovelhas perdidas, mas ovelhas que serão encontradas. Isso devemos compreender bem: para Deus ninguém está perdido para sempre. Nunca! Até o último momento, Deus nos procura. Lembre do bom ladrão; mas apenas na visão de Jesus ninguém está perdido para sempre. A perspectiva, portanto, é dinâmica, aberta, estimulante e criativa.

Ele exorta-nos a sair em busca de um caminho de fraternidade. Nenhuma distância pode manter o pastor longe; e nenhum rebanho pode desistir de um irmão. Encontrar aquele que estava perdido é a alegria do pastor e de Deus, mas também a alegria de todo o rebanho! Somos todos ovelhas encontradas e recolhidas pela misericórdia do Senhor, chamados a reunir juntamente com Ele todo o rebanho!

Liturgia do Dia -04/05/2016

João 16, 12-15“São Paulo anunciou o Evangelho a uma classe de pessoas conhecidas por sua elevada cultura. Somente um pequeno grupo foi capaz de entender e aceitar a nova luz da fé.  Cristo ressuscitado cumpriu a promessa de enviar o Espírito Santo e os que receberam com docilidade tornaram-se conhecedores da verdade e da vida plena.”

Primeira leitura:  Atos dos Apóstolos 17, 15.22-18,1

Salmo Responsorial:  148

Evangelho:  João 16, 12-15

Liturgia do Dia – 03/05/2016

João 14, 6-14“A verdade básica da nossa fé é a ressurreição de Jesus.  Quem ama segue o Filho de Deus e passa da morte para a vida.  Na comunidade, o cristão é estimulado a viver esse caminho que é de solidariedade e de entrega, como fizeram Filipe e Tiago.”

Primeira leitura:  1Coríntios 15,1-8

Salmo Responsorial:  18

Evangelho:  João 14, 6-14

III Jornada Mariana da Paróquia São Paulo Apóstolo – Copacabana

chamada 2 resolução menor

A Jornada Mariana é realizada na Paróquia São Paulo Apóstolo desde o ano de 2014, sempre na semana em que se celebra o dia da aparição de Nossa Senhora de Fátima.

Tem como objetivo fortalecer a devoção dos fiéis e, através da catequese mariana, centralizada no Mistério da Salvação, favorecer o conhecimento sobre a fé cristã.

Este ano, sob a inspiração da Carta Encíclica Redemptoris Mater (A Mãe do Redentor), do então Sumo Pontífice, João Paulo II, hoje Santo, veneramos Nossa Senhora, sob o título Mãe da Divina Providência, padroeira dos Padres Barnabitas e de toda a comunidade paroquial.

O tema escolhido: “Feliz o ventre que te carregou e os seios que te amamentaram” (Lc 11,27) é conduzido, através das catequeses, que acontecerão nos dias 09 a 14 de maio, para uma proposta de felicidade maior, feita pelo próprio Jesus, que diz:  “Mais felizes são aqueles que ouvem a Palavra de Deus e as põem em prática”, ou seja, acolher a Palavra de Jesus é o dom maior que fez de Maria, Mãe de Deus e de toda a Igreja.

Por isso, a Jornada Mariana se mostra como uma oportunidade muito maior que a expressão devocional.  Ela é um convite para acolhermos e deixarmo-nos acolher o próprio Jesus, através do regaço de Nossa Senhora.

Acesse a programação completa clicando aqui.

Liturgia do Dia – 02/05/2016

João 15, 26-16,4“Quando as pessoas acreditam em Deus, têm boa vontade e docilidade de coração, o Espírito Santo se manifesta e logo lhes revela os caminhos do Senhor.  Mas, seguir Jesus e ser fiel a seus ensinamentos pode acarretar sérios desafios e provações.”

Primeira leitura:  Atos dos Apóstolos 16,11-15

Salmo Responsorial:  149

Evangelho:  João 15, 26-16,4a

Liturgia do Dia – 01/05/2016

João 14, 23-29“A Palavra de Deus nos leva a refletir sobre a força transformadora do Espírito na vida de quem a acolhe.  Jesus nos ensina que amar e guardar sua Palavra é assumir o projeto do Pai.  É tornar-se um com Ele e ser no mundo sinal da alegria e da esperança do Pai.”

Primeira leitura:  Atos dos Apóstolos 15,1-2,22-29

Salmo Responsorial:  66

Segunda leitura:  Apocalipse 21, 10-14,22-23

Evangelho:  João 14, 23-29

Liturgia do Dia – 30/04/2016

João 15, 18-21“Diz Jesus:  ‘Não sois do mundo, porque eu vos escolhi e apartei do mundo, o mundo por isso vos odeia’.  Jesus é a Palavra viva do Pai, que precisamos acolher para viver e nos salvar.”

Primeira leitura:  Atos 16, 1-10

Salmo Responsorial:  99

Evangelho:  João 15, 18-21

III Jornada Mariana da Paróquia São Paulo Apóstolo – Copacabana

chamada 2 resolução menor
Acontecerá nos dias 09 a 14 de maio, na Paróquia São Paulo Apóstolo, a III Jornada Mariana, com o tema:  “Feliz o ventre que te carregou e os seios que te amamentaram” (Lc 11,27) inspirada na Carta Encíclica Redemptoris Mater, de São João Paulo II.
Serão seis dias de atividades, com bênção das rosas, catequese mariana, terço da misericórdia, Rosário Meditado, Adoração Eucarística, Missas e convidados especiais. Segue a programação:
09/05 – 17:00h – Palestra:  Maria no Mistério da Igreja (com Thiago Nascimento – Seminarista do Seminário São José) 
           17:30h – Terço Mariano
           18:00h – Missa, com bênção das rosas apresentadas pelos fiéis
10/05 – 17:00h – Palestra: Mediação Materna de Maria (com Rodrigo Carneiro – Seminarista do Seminário São José)
           17:30h – Terço Mariano
           18:00h – Missa
 
11/05 – 17:00h – Palestra:  Maria na vida da Igreja e de cada cristão (Ir. Aix Oliveira do Instituto Nossa Senhora do Bom Conselho)
           17:30h – Terço Mariano
           18:00h – Missa
12/05 – 15:00h – Encontro do Grupo de Oração, seguido de Palestra:  Maria Esposa do Espírito Santo -16:30h (Pe. Carlos Alberto, Diretor Espiritual do Seminário Propedêutico)            
           17:00h – Adoração Eucarística (Pe. Carlos Alberto, Diretor Espiritual do Seminário Propedêutico)            
            17:30h – Terço Mariano
            18:00h – Missa
13/05 – 15:00h – Terço da Misericórdia (Especial)  
           16:00h – Via Sacra da Ressurreição
           17:00h – Palestra:  Maria, na economia da Salvação (com Vandeia Ramos – Coordenadora Arquidiocesana da Pastoral da Educação e Mestranda em Teologia Sistemático-Pastoral pela PUC-Rio)
            17:30h – Terço Mariano
            18:00h – Missa 
14/05 – 10:30h – Rosário Meditado (todos os movimentos marianos da nossa Arquidiocese são convidados a participar).
A Paróquia fica a Rua Barão de Ipanema, 85, em Copacabana, próxima à estação Cantagalo do metrô. Informações podem ser obtidas através do telefone: (21) 2255-7547, (21) 9122-7227, ou pelo blog Ministério do Acolhimento (https://acolhimento.wordpress.com)

Catequese do Papa Francisco – 27/04/2016

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CATEQUESE
Praça São Pedro – Vaticano
Quarta-feira, 27 de abril de 2016

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Hoje refletimos sobre a Parábola do Bom Samaritano (cfr Lc 10, 25-37). Um doutor da Lei coloca Jesus à prova com esta pergunta: “Mestre, o que devo fazer para herdar a vida eterna?” (v. 25). Jesus lhe pede que dê ele mesmo a resposta, e ele a dá perfeitamente: “Amarás o Senhor teu Deus com todo o coração, com toda a sua alma, com toda a tua força e com toda a tua mente, e o teu próximo como a si mesmo” (v.27). Jesus então conclui: “Faça isso e viverás” (v. 28).

Então aquele homem faz outra pergunta, que se torna muito preciosa para nós: “Quem é o meu próximo?” (v. 29) e implica: “os meus parentes? Os meus compatriotas? Aqueles da minha religião?”. Em suma, quer uma regra clara que lhe permita classificar os outros de “próximo” e “não-próximo”, naqueles que possam se tornar próximos e naqueles que não possam se tornar próximos.

E Jesus responde com uma parábola, que coloca em cena um sacerdote, um levita e um samaritano. Os dois primeiros são figuras ligadas ao culto do templo; o terceiro é um judeu cismático, considerado como um estrangeiro, pagão e impuro, isso é, o samaritano. No caminho de Jerusalém a Jericó, o sacerdote e o levita se deparam com um homem moribundo, que os assaltantes assaltaram, derrubaram e abandonaram. A Lei do Senhor em situações similares previa a obrigação de socorrê-lo, mas ambos passam além sem parar. Estavam com pressa… O sacerdote, talvez, olhou para o relógio e disse: “Mas, chego tarde à Missa…Devo dizer Missa”. E o outro disse: “Mas, não sei se a Lei me permite, porque há sangue ali e ficarei impuro…”. Vão por outro caminho e não se aproximam. E aqui a parábola nos oferece um primeiro ensinamento: não é automático que quem frequenta a casa de Deus e conhece a sua misericórdia saiba amar o próximo. Não é automático! Você pode conhecer toda a Bíblia, você pode conhecer todas as rubricas litúrgicas, você pode conhecer toda a teologia, mas do conhecer não é automático o amar: o amar tem outro caminho, é preciso inteligência, mas também algo a mais… O sacerdote e o levita veem, mas o ignoram; olham, mas não providenciam. No entanto, não existe verdadeiro culto se esse não se traduz em serviço ao próximo. Não esqueçamos isso nunca: diante do sofrimento de tanta gente esgotada pela fome, pela violência e pelas injustiças, não podemos permanecer espectadores. Ignorar o sofrimento do homem, o que significa? Significa ignorar Deus! Se eu não me aproximo daquele homem, daquela mulher, daquela criança, daquele idoso ou daquela idosa que sofre, não me aproximo de Deus.

Mas venhamos ao centro da parábola: o samaritano, isso é, justamente aquele desprezado, aquele em quem ninguém apostaria nada e que também tinha os seus compromissos e as suas coisas a fazer, quando vê o homem ferido, não passou além como os outros dois, que eram ligados ao Templo, mas “teve compaixão” (v. 33). Assim diz o Evangelho: “Teve compaixão”, isso é, o coração, as vísceras, se comoveu! Eis a diferença. Os outros dois “viram”, mas seus corações permaneceram fechados, frios. Em vez disso, o coração do samaritano estava sintonizado com o próprio coração de Deus. De fato, a “compaixão” é uma característica essencial da misericórdia de Deus. Deus tem compaixão de nós. O que quer dizer? Sofre conosco, sente nossos sofrimentos. Compaixão significa “compartilhar com”. O verbo indica que as vísceras se movam e tremem diante do mal do homem. E nos gestos e nas ações do bom samaritano reconhecemos o agir misericordioso de Deus em toda a história da salvação. É a mesma compaixão com que o Senhor vem ao encontro de cada um de nós: Ele não nos ignora, conhece as nossas dores, sabe quanto precisamos de ajuda e de consolação. É próximo a nós e nunca nos abandona. Cada um de nós, faça-se a pergunta e responda no coração: “Eu acredito nisso? Eu acredito que o Senhor tem compaixão de mim, assim como sou, pecador, com tantos problemas e tantas coisas?”. Pensar nisso e a resposta é: “Sim!”. Mas cada um deve olhar no coração se tem a fé nessa compaixão de Deus, de Deus bom que se aproxima, nos cura, nos acaricia. E se nós o rejeitamos, Ele espera: é paciente e está sempre próximo a nós.

O samaritano se comporta com verdadeira misericórdia: acaba com as feridas daquele homem, leva-o para um albergue, cuida dele pessoalmente e providencia sua assistência. Tudo isso nos ensina que a compaixão, o amor, não é um sentimento vago, mas significa cuidar do outro até pagar pessoalmente. Significa comprometer-se realizando todos os passos necessários para “aproximar-se” do outro até identificar-se com ele: “amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Eis o mandamento do Senhor.

Concluída a parábola, Jesus toma a pergunta do doutor da Lei e lhe pergunta: “Quem destes três te parece que tenha sido o próximo daquele que caiu nas mãos dos assaltantes?” (v. 36). A resposta é, finalmente, inequivocável: “Quem teve compaixão dele” (v. 27). No início da parábola, para o sacerdote e o levita o próximo era o moribundo; ao término, o próximo é o samaritano que se fez próximo. Jesus toma a perspectiva: não classificar os outros para ver quem é o próximo e quem não é. Você pode se tornar o próximo de quem quer que esteja em necessidade, e o será se tiver compaixão no teu coração, isso é, se tiver aquela capacidade de sofrer com o outro.

Esta parábola é um presente maravilhoso para todos nós e também um compromisso! A cada um de nós Jesus repete isso que disse ao doutor da Lei: “Vá e faça assim” (v. 37). Somos todos chamados a percorrer o mesmo caminho do bom samaritano, que é figura de Cristo: Jesus se inclinou sobre nós, se fez nosso servo, e assim nos salvou, para que também nós possamos amar como Ele nos amou, do mesmo modo.

Liturgia do Dia – 27/04/2016

João 15, 1-8

“Jesus é a Videira verdadeira que produz o Vinho novo do Reino, a nova Aliança.  Vinculados nele, produzimos  também frutos fecundos do Reino.  Mas, antes é preciso ouvir e acolher o que nos ensina o Senhor.”

Primeira leitura:  Atos dos Apóstolos 15, 1-6

Salmo Responsorial: 121

Evangelho:  João 15, 1-8

Liturgia do Dia – 26/04/2016

joão 14, 27-31“Jesus dá e é verdadeiramente a paz que buscamos e precisamos.  Por isso os apóstolos não perdem a esperança, mesmo no meio das perseguições.  O que fazemos pela paz hoje?”

Primeira leitura:  Atos dos Apóstolos 14, 19-28

Salmo Responsorial: 144

Evangelho:  João 14, 27-31a

Jubileu dos Adolescentes – Homilia do Papa Francisco

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JUBILEU EXTRAORDINÁRIO DA MISERICÓRDIA

JUBILEU DOS ADOLESCENTES

HOMILIA DO PAPA FRANCISCO

Praça São Pedro
Domingo, 24 de Abril de 2016

«Por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos:  se vos amardes uns aos outros» (Jo 13, 35).

Queridos adolescentes, que grande responsabilidade nos confia hoje o Senhor! Diz-nos que as pessoas reconhecerão os discípulos de Jesus pelo modo como se amam entre si. Por outras palavras, o amor é o bilhete de identidade do cristão, é o único «documento» válido para sermos reconhecidos como discípulos de Jesus. O único documento válido. Se este documento perde a validade e não se volta a renová-lo, deixamos de ser testemunhas do Mestre. Por isso vos pergunto: Quereis acolher o convite de Jesus para ser seus discípulos? Quereis ser seus amigos fiéis? O verdadeiro amigo de Jesus distingue-se essencialmente pelo amor concreto; não um amor «nas nuvens», não; o amor concreto que brilha na sua vida. O amor é sempre concreto. Quem não é concreto e fala de amor, faz uma telenovela, um romance televisivo. Quereis viver este amor que Ele nos dá? Quereis ou não? Procuremos então frequentar a sua escola, que é uma escola de vida, para aprender a amar. E este é um trabalho de todos os dias: aprender a amar.

Antes de mais nada, amar é belo, é o caminho para sermos felizes. Mas não é fácil: é exigente, requer esforço. Pensemos, por exemplo, quando recebemos um presente: isto torna-nos felizes; mas, para preparar aquele presente, houve pessoas generosas que dedicaram tempo e esforço; e, assim, dando-nos algo de presente, deram-nos também um pouco de si mesmas, algo de que souberam privar-se. Pensemos também na prenda que vos deram os vossos pais e animadores, permitindo-vos vir a Roma para este Jubileu que vos é consagrado. Projetaram, organizaram, prepararam tudo para vós: e isto dava-lhes alegria, embora tenham talvez renunciado a uma viagem para eles. Esta é a dimensão concreta do amor. De facto, amar quer dizer dar… e não só coisas materiais, mas algo de nós mesmos: o próprio tempo, a própria amizade, as próprias capacidades.

Olhemos para o Senhor, que é imbatível em generosidade. D’Ele recebemos tantos dons, e todos os dias deveremos agradecer-Lhe… Gostava de vos perguntar: Agradeceis ao Senhor todos os dias? Mesmo que nos esqueçamos, Ele não Se esquece de nos oferecer cada dia um dom especial; não se trata de um presente que se possa ter materialmente nas mãos e usar, mas de um dom maior, um dom para a vida. Que nos oferece o Senhor? Oferece-nos uma amizade fiel, dom de que nunca nos privará. O Senhor é o amigo para sempre. Mesmo se O dececionas e te afastas d’Ele, Jesus continua a amar-te e a permanecer junto de ti, continua a crer em ti mais de quanto crês tu em ti próprio. Esta é a dimensão concreta do amor que Jesus nos ensina. E isto é muito importante! Pois a principal ameaça, que impede de crescer como se deve, é ninguém se importar de ti – e isto é triste -, é quando sentes que te deixam de lado. Ao contrário, o Senhor está sempre contigo e sente-Se contente em estar contigo. Como fez com os seus jovens discípulos, fixa-te nos olhos e chama-te para O seguir, «fazer-te ao largo» e «lançar as redes» confiado na sua palavra, ou seja, a pôr a render os teus talentos na vida, juntamente com Ele, sem medo. Jesus espera pacientemente por ti, aguarda uma resposta, espera o teu «sim».

Queridos adolescentes, na vossa idade, surge também em vós, de modo novo, o desejo de vos afeiçoardes e de receberdes afeto. Se fordes assíduos à escola do Senhor, Ele ensinar-vos-á a tornar mais belos também o afeto e a ternura. Colocar-vos-á no coração um intuito bom: querer bem sem me apoderar, amar as pessoas sem querer possuí-las, mas deixando-as livres. Pois o amor é livre! Não existe verdadeiro amor que não seja livre! É a liberdade que nos deixa o Senhor, quando nos ama. Ele sempre está perto de nós. De facto, existe sempre a tentação de poluir o afeto com a pretensão instintiva de agarrar, «possuir» aquilo de que se gosta; e isto é egoísmo. A própria cultura consumista agrava esta tendência. Mas, se se aperta muito uma coisa, esta mirra-se, estraga-se: depois fica-se dececionado, com o vazio dentro. Se ouvirdes a voz do Senhor, revelar-vos-á o segredo da ternura: cuidar da outra pessoa, o que significa respeitá-la, protegê-la e esperar por ela. E essa é a dimensão concreta da ternura e do amor.

Nestes anos de juventude, sentis também um grande desejo de liberdade. Muitos dir-vos-ão que ser livre significa fazer aquilo que se quer. Mas a isto é preciso saber dizer não. Se tu não sabes dizer não, não és livre. Livre é aquele que sabe dizer sim e sabe dizer não. A liberdade não é poder fazer sempre aquilo que me apetece: isto torna-nos fechados, distantes, impede-nos de ser amigos abertos e sinceros; não é verdade que, quando eu estou bem, tudo está bem. Não, não é verdade. Ao contrário, a liberdade é o dom de poder escolher o bem: esta é a liberdade. E é livre quem escolhe o bem, quem procura aquilo que agrada a Deus, ainda que custe; não é fácil. Mas penso que vós, jovens, não tendes medo dos esforços, sois corajosos! Só com opções corajosas e fortes é que se realizam os sonhos maiores, os sonhos pelos quais vale a pena gastar a vida. Opções corajosas e fortes. Não vos contenteis com a mediocridade, com «deixar correr» ficando cómodos e sentados; não vos fieis de quem vos distrai da verdadeira riqueza que sois vós, dizendo que a vida só é bela se se possuir muitas coisas; desconfiai de quem quer fazer-vos crer que valeis quando vos mascarais de fortes, como os heróis dos filmes, ou quando vestis pela última moda. A vossa felicidade não tem preço, nem se comercializa; não é uma “app” que se descarrega do telemóvel: nem a versão mais atualizada vos poderá ajudar a tornar-vos livres e grandes no amor. A liberdade é outra coisa.

Com efeito, o amor é o dom livre de quem tem o coração aberto; o amor é uma responsabilidade, mas uma responsabilidademaravilhosa, que dura toda a vida; é o compromisso diário de quem sabe realizar grandes sonhos. Ai dos jovens que não sabem sonhar, que não ousam sonhar! Se um jovem, na vossa idade, não é capaz de sonhar, já se aposentou, não serve. O amor nutre-se de confiança, respeito, perdão. O amor não se realiza falando dele, mas quando o vivemos: não é uma poesia suave que se aprende de memória, mas uma opção de vida a pôr em prática! Como podemos crescer no amor? Também nisto o segredo é o Senhor: Jesus dá-Se-nos a Si mesmo na Missa, oferece-nos o perdão e a paz na Confissão. Aí aprendemos a acolher o seu Amor, a assumi-lo, a repô-lo em circulação no mundo. E quando parece exigente amar, quando é difícil dizer não àquilo que é errado, erguei os olhos para a cruz de Jesus, abraçai-a e não largueis a sua mão que vos conduz para o alto e vos levanta quando caís. Na vida, sempre se cai, porque somos pecadores, somos fracos. Mas temos a mão de Jesus que nos ergue, que nos levanta. Jesus quer-nos de pé! Aquela bela palavra que Jesus dizia aos paralíticos: «Levanta-te». Deus criou-nos para estarmos de pé. Existe uma bela canção que os alpinos cantam quando sobem. A canção diz assim: «na arte de subir, importante não é o não cair, mas o não permanecer caído»! Ter a coragem de levantar-se, de nos deixarmos reerguer pela mão de Jesus. E esta mão muitas vezes chega até nós pela mão de um amigo, pela mão dos pais, pela mão daqueles que nos acompanham na vida. O próprio Jesus em pessoa está ali. Levantai-vos! Deus quer-nos de pé, sempre de pé!

Sei que sois capazes de gestos de grande amizade e bondade. Sois chamados a construir o futuro assim: juntamente com os outros e para os outros, jamais contra outro qualquer! Não se constrói «contra»: isto chama-se destruição. Fareis coisas maravilhosas, se vos preparardes bem já desde agora, vivendo plenamente esta vossa idade tão rica de dons, e sem ter medo do esforço. Fazei como os campeões desportivos, que alcançam altas metas treinando-se, humilde e duramente, todos os dias. O vosso programa diário sejam as obras de misericórdia: treinai-vos com entusiasmo nelas, para vos tornardes campeões de vida, campeões de amor! Assim sereis reconhecidos como discípulos de Jesus. Assim tereis o bilhete de identidade de cristãos. E garanto-vos: a vossa alegria será completa.

Liturgia do Dia – 24/04/2016

João 13, 13-33a. 34-35“Jesus é a Palavra viva do Pai e a plenitude da vida e da salvação.  Deixemos, pois, que seu Evangelho encontre lugar em nossa vida inteira e renove nossa existência.”

Primeira leitura:  Atos dos Apóstolos 14, 21b-27

Salmo Responsorial:  144

Segunda leitura:  Apocalipse 21, 1-5a

Evangelho:  João 13, 13-33a. 34-35

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Liturgia do Dia – 23/04/2016

João 14, 7-14“A salvação é anunciada com ardor. Mas, tanto ontem como hoje, há os que a aceitam e os que a rejeitam.  É preciso conhecer o mistério do amor do Pai em seu Filho Jesus Cristo.  Ele que é a nossa salvação.”

Primeira leitura:  Atos dos Apóstolos 13, 44- 52

Salmo Responsorial:  97

Evangelho: João 14, 7-14

Liturgia do Dia – 22/04/2016

João 14, 1-6“Somos um povo marcado pela Páscoa do Senhor.  Nele está a vida em plenitude.  Jesus consola os discípulos que se entristecem com a certeza de sua partida. ‘Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida.'”

Primeira leitura:  Atos dos Apóstolo 13,26-33

Salmo Responsorial:  2

Evangelho: João 14, 1-6

Liturgia do Dia – 21/04/2016

joão 13, 16-20

“O Deus realiza a história da salvação em favor de Israel, e o ápice de sua salvação é Jesus.  Humildemente se põe como servidor diante de nossa humanidade, lavando nossos pés com seu amor e misericórdia.”

Primeira leitura:  Atos dos Apóstolos 13, 13-25

Salmo Responsorial:  88

Evangelho:  João 13, 16-20