Liturgia do Dia – 18/11/2017

Lucas 18, 1-8“Como Igreja do Senhor, escutamos a Palavra que fortalece nossa fé e nossa esperança, e nos aponta a direção da fraternidade e da solidariedade.  A Palavra nos faz ser uma Igreja viva, participativa e comprometida.”

Primeira leitura:  Sabedoria 18, 14-16. 19,6-9

Salmo Responsorial:  104

Evangelho: Lucas 18, 1-8

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Liturgia do Dia – 17/11/2017

Lucas 17, 26-37“O Reino de Deus está entre nós.  Mas é preciso fazê-lo transbordar para alcançar a sociedade inteira, tão marcada pelo egoísmo e pelas indiferenças.  Se a Palavra faz sua morada entre nós ela nos transforma.”

Primeira leitura:  Sabedoria 13, 1-9

Salmo Responsorial:  18

Evangelho:  Lucas 17, 26-37

Liturgia do Dia – 16/11/2017

Lucas 17, 20-25“A Palavra não pode morar num coração frio, sem vida.  Ela é força de eternidade que nos faz vencer nossas precariedade e compreender a presença do Reino entre nós.  Mas é preciso acolher a Palavra que o Senhor nos dirige.”

Primeira leitura:  Sabedoria 7, 22-8, 1

Salmo Responsorial: 118

Evangelho:  Lucas 17, 20-25

A Catequese do Papa Francisco – 15/11/2017

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CATEQUESE
Praça São Pedro – Vaticano 
Quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Amados irmãos e irmãs, bom dia!

Continuamos com as catequeses sobre a Santa Missa. Para compreender a beleza da celebração eucarística desejo iniciar com um aspeto muito simples: a Missa é oração, aliás, é a oração por excelência, a mais elevada, a mais sublime, e ao mesmo tempo a mais “concreta”. Com efeito é o encontro de amor com Deus mediante a sua Palavra e o Corpo e Sangue de Jesus. É um encontro com o Senhor.

Mas primeiro temos que responder a uma pergunta. O que é realmente a oração? Antes de tudo, ela é diálogo, relação pessoal com Deus. E o homem foi criado como ser em relação pessoal com Deus que tem a sua plena realização unicamente no encontro com o seu Criador. O caminho da vida é rumo ao encontro definitivo com o Senhor.

O Livro do Génesis afirma que o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus, o qual é Pai e Filho e Espírito Santo, uma relação perfeita de amor que é unidade. Disto podemos compreender que todos nós fomos criados para entrar numa relação perfeita de amor, num contínuo doar-nos e receber-nos para assim podermos encontrar a plenitude do nosso ser.

Quando Moisés, diante da sarça ardente, recebeu a chamada de Deus, perguntou-lhe qual era o seu nome. E o que respondeu Deus? «Eu sou Aquele que sou» (Êx 3, 14). Esta expressão, no seu sentido originário, manifesta presença e favor, e com efeito imediatamente a seguir Deus acrescenta: «O Senhor, o Deus dos vossos pais, o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacob» (v. 15). Assim também Cristo, quando chama os seus discípulos, os chama para que estejam com Ele. Eis, por conseguinte, a maior graça: poder experimentar que a Missa, a Eucaristia é o momento privilegiado para estar com Jesus e, através d’Ele, com Deus e com os irmãos.

Rezar, como qualquer diálogo verdadeiro, significa saber também ficar em silêncio — nos diálogos há momentos de silêncio — em silêncio juntamente com Jesus. E quando vamos à Missa, talvez cheguemos cinco minutos antes e comecemos a falar com quem está ao nosso lado. Mas não é o momento para falar: é o momento do silêncio a fim de nos prepararmos para o diálogo. É o momento de se recolher no coração a fim de se preparar para o encontro com Jesus. O silêncio é tão importante! Recordai-vos do que disse na semana passada: não vamos a um espetáculo, vamos ao encontro com o Senhor e o silêncio prepara-nos e acompanha-nos. Permanecer em silêncio juntamente com Jesus. E do misterioso silêncio de Deus brota a sua Palavra que ressoa no nosso coração. O próprio Jesus nos ensina como é possível “estar” realmente com o Pai e no-lo demonstra com a sua oração. Os Evangelhos mostram-nos Jesus que se retira em lugares afastados para rezar; os discípulos, ao ver esta sua relação íntima com o Pai, sentem o desejo de poder participar nela, e pedem-lhe: «Senhor, ensina-nos a rezar» (Lc 11, 1). Assim ouvimos há pouco, na primeira Leitura, no início da audiência. Jesus responde que a primeira coisa necessária para rezar é saber dizer “Pai”. Estejamos atentos: se eu não for capaz de dizer “Pai” a Deus, não sou capaz de rezar. Temos que aprender a dizer “Pai”, ou seja, de nos pormos na sua presença com confiança filial. Mas a fim de poder aprender, é preciso reconhecer humildemente que precisamos de ser instruídos, e dizer com simplicidade: Senhor, ensina-me a rezar.

Este é o primeiro ponto: ser humildes, reconhecer-se filhos, repousar no Pai, confiar n’Ele. Para entrar no Reino dos céus é necessário fazer-se pequeninos como as crianças. No sentido de que as crianças sabem confiar, sabem que alguém se preocupará com elas, com o que hão de comer, com o que vestirão e assim por diante (cf. Mt 6, 25-32). Esta é a primeira atitude: confiança e confidência, como a criança com os pais; saber que Deus se recorda de ti, cuida de ti, de ti, de mim, de todos.

A segunda predisposição, também ela própria das crianças, é deixar-se surpreender. A criança faz sempre muitas perguntas porque deseja descobrir o mundo; e admira-se até com coisas pequenas porque para ela tudo é novo. Para entrar no Reino dos céus é preciso deixar-se surpreender. Na nossa relação com o Senhor, na oração — eu pergunto — deixamo-nos surpreender ou pensamos que a oração é falar a Deus como fazem os papagaios? Não, é confiar e abrir o coração para se deixar surpreender. Deixamo-nos maravilhar por Deus que é sempre o Deus das surpresas? Porque o encontro com o Senhor é sempre um encontro vivo, não é um encontro de museu. É um encontro vivo e nós vamos à Missa e não a um museu. Vamos a um encontro vivo com o Senhor.

No Evangelho fala-se de um certo Nicodemos (cf. Jo 3, 1-21), um idoso, uma autoridade em Israel, que vai procurar Jesus para o conhecer; e o Senhor fala-lhe da necessidade de “renascer do alto” (cf. v. 3). Mas que significa isto? Pode-se “renascer”? Voltar a ter o gosto, a alegria, a maravilha da vida, é possível, mesmo face a tantas tragédias? Esta é uma pergunta fundamental da nossa fé e este é o desejo de qualquer crente verdadeiro: o desejo de renascer, a alegria de recomeçar. Nós temos este desejo? Cada um de nós tem vontade de renascer sempre para se encontrar com o Senhor? Tendes este desejo? Com efeito, pode-se perdê-lo facilmente porque, por causa de tantas atividades, de tantos projetos a concretizar, no final temos pouco tempo e perdemos de vista o que é fundamental: a nossa vida do coração, a nossa vida espiritual, a nossa vida que é encontro com o Senhor na oração.

Na verdade, o Senhor surpreende-nos ao mostrar-nos que Ele nos ama até com as nossas debilidades: «Jesus Cristo […] é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo» (1 Jo 2, 2). Este dom, fonte de verdadeira consolação — mas o Senhor perdoa-nos sempre — conforta, é uma verdadeira consolação, é um dom que nos é concedido através da Eucaristia, aquele banquete nupcial no qual o Esposo encontra a nossa fragilidade. Posso dizer que quando recebo a comunhão na Missa, o Senhor encontra a minha fragilidade? Sim! Podemos dizê-lo porque isto é verdade! O Senhor encontra a nossa fragilidade para nos reconduzir à nossa primeira chamada: ser à imagem e semelhança de Deus. É este o ambiente da Eucaristia, é esta a oração.

Liturgia do Dia – 15/11/2017

Lucas 17, 11-19“Escutemos com fervor a Palavra do Senhor. Nela encontramos o sentido e a luz que precisamos para esta vida.  Mas, jamais nos esqueçamos de ser agradecidos ao Senhor pelo que Ele nos faz todos os dias.”

Primeira leitura:  Sabedoria 6, 1-11

Salmo Responsorial:  81

Evangelho:  Lucas 17, 11-19

Liturgia do Dia – 14/11/2017

lucas 17, 7-10“Trabalhar pelo Reino de Deus é entrega de nossa própria pessoa.  E fazer circular a vida e a misericórdia do Senhor.  A Palavra que ouviremos nos ensina essa sabedoria, que devemos adquirir por nossa ação na caridade.”

Primeira leitura:  Sabedoria 2, 23-3,9

Salmo Responsorial:  33

Evangelho: Lucas 17, 7-10

Liturgia do Dia – 13/11/2017

lucas 17, 1-6“A Sabedoria nos conduz à prática da justiça, do bem, da solidariedade e equidade.  Ela é sinal da maturidade da fé, que nos faz crescer no amor, no relacionamento humano e não produz escândalos.”

Primeira leitura:  Sabedoria 1,1-7

Salmo Responsorial:  138

Evangelho: Lucas 17,1-6

Liturgia do Dia – 12/11/2017

mateus 25, 1-13“A sabedoria é cultivar o bom senso e procurar viver a vida como dom de Deus.  É preciso ser prudente diante da existência e acumular o óleo da justiça ao longo da vida, a fim de não ser tomada de surpresa.  Portanto, a espera por aquele dia deve ser ativa.  Assim nos ensina agora a Palavra do Senhor.”

Primeira leitura:  Sabedoria 6, 12-16

Salmo Responsorial:  62

Segunda leitura:  1 Tessalonicenses 4,13-18

Evangelho:  Mateus 25, 1-13

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Reflexão do XXXII Domingo do Tempo Comum, por Dom Henrique Soares da Costa, Bispo Diocesano de Palmares/PE

Caríssimos, estamos a poucas semanas do encerramento do Ano Litúrgico – Ai! como o tempo voa, como a vida passa! E a Igreja, como Mãe cuidadosa, faz-nos meditar sobre o final dos tempos e o fim da nossa vida! Fim como término, mas, sobretudo, fim como sentido, como finalidade!

Eis!
Qual o sentido da nossa existência?
Para onde correm, velozes, os dias de nossa vida?
Que fazer, caríssimos, com o breve tempo que nos foi dado neste mundo?
Estas, as questões tão importantes; estas as perguntas definitivas, que realmente contam; questões das quais o mundo atual, atolado nas miudezas provisórias do dia-a-dia, procura fugir com tanto cuidado…

Na segunda leitura deste Domingo, São Paulo nos consola: “Irmãos, não queremos deixar-vos na incerteza a respeito dos mortos, para que não fiqueis tristes como os outros, que não têm esperança…” Esses “outros” são os não-cristãos, aqueles que não conhecem o Cristo Senhor imolado e ressuscitado dos mortos! Eis aqui! Não esqueçais, não duvideis: os cristãos não vivem na incerteza a respeito dos mortos, a respeito das coisas últimas de nossa existência. Nossa esperança não se funda em especulações humanas ou em achismos! A regra da nossa fé é clara: nossa vida neste mundo é caminho para Cristo Senhor, Aquele que por nós morreu e ressuscitou, Vencedor absoluto sobre o pecado e a morte!

Todos nós caminhamos para Aquele Senhor nosso, que é o Ponto Final, o Ponto Ômega, a realização plena da humanidade, da história e da criação inteira!
Como um rio teimoso que corre para o mar, como uma flecha veloz em direção ao alvo, como um barquinho saudoso e necessitado do porto, corremos nós para o Cristo Senhor!
Em Cristo, nós ressuscitaremos: primeiro, nossa alma, logo após a morte (cf. Lc 23,46; Rm 8,38s; Fl 1,21.23; Hb 12,22-24; Ap 6,9s); depois, no final dos tempos, nosso corpo adormecido na morte, juntamente com toda esta criação. É assim; será assim! E tudo por causa do Senhor Jesus, que morreu e ressuscitou por nós!
Então, vivos ainda neste mundo ou já adormecidos em Cristo, todos nós, no Dia do Senhor, quando o Noivo vier no meio da noite deste mundo, quando o Esposo da Igreja Se manifestar, então todos nós, em corpo e alma, iremos ao encontro do Senhor, transformados em Glória, isto é, em Espírito Santo, o mesmo no qual o Pai ressuscitou Seu Filho dentre os mortos!

Quanto ao modo como isto se dará, é impossível exprimir com palavras, pois pertence ao outro mundo, ao mundo de Deus, para o qual não temos capacidade de imaginar (cf. 1Cor 2,9)! As Escrituras usam imagens: trombetas, como as que anunciam na terra os grandes acontecimentos; nuvens, que evocam o mundo de Deus, o invisível, o mistério, o separado deste mundo; flutuar nos ares, o que exprime leveza, libertação, superação desta vida tão apertadas e capenga; tronos, que exprimem a autoridade eficaz de discernir, julgar e efetivar o veredicto…
Mas, o mais importante de tudo, o que realmente conta é a finalidade de tudo isto: “Estaremos para sempre com o Senhor!” Eis: esta é a finalidade da vida, o sentido da existência, a plenitude da humanidade e do mundo!

E o caminho para alcançar tal anelo? Ei-lo: a vigilância amorosa!
Por isso mesmo, tantas vezes as Escrituras falam do encontro com o Senhor com imagens do amor, da alegria, do matrimônio: núpcias, união entre esposo e esposa, banquete nupcial, vinho que alegra o coração, alimentos em abundância, convivência feliz e exultante…
É este, precisamente, o sentido da parábola que o Senhor Jesus nos conta hoje: Ele é o noivo que vem no meio da noite deste mundo! As virgens são os cristãos, é a Igreja, que deve ser virginal de coração, coração e afeto todo inteiro para o Senhor, o Amado, sem divisões, sem mundanismos, sem ambiguidades!
E Ele demora… Demora tanto que, geração após geração, teimosa e insistentemente, na noite deste mundo, na noite da história, “o Espírito e a Esposa dizem: Vem!” (Ap 22,17)
Mas, Irmãos, dizer “vem” não é somente esperar; é esperar desejando, esperar vigiando, esperar amando, esperar na oração, na união sacramental com o Noivo, esperar na prática do bem!
É aquele que rejeita as obras das trevas, é aquele que se mantém firme na profissão da verdadeira fé católica, é aquele que vive n vontade do seu Senhor, é esse que espera de verdade pelo Cristo, com a lâmpada repleta do azeite da vigilância e do desejo!

Eis, caríssimos: como a Sabedoria da primeira leitura de hoje – Sabedoria que é o próprio Cristo -, assim o Senhor que vem no final dos tempos, já vem vindo de modo discreto e miúdo nos acontecimentos da vida, nos apelos dos irmãos, nos desafios da existência!
Estejamos atentos para reconhece-Lo, para acolhê-Lo, para abrir-Lhe as portas do nosso coração, porque a vida somente tem sentido e somente será semente de Eternidade se for vivida no Senhor e para o Senhor, que nos amou e por nós morreu e ressuscitou! “Exortai-vos, pois, uns aos outros, com estas palavras”. Amém.

Mensagem do Papa Francisco para o I Dia Mundial dos Pobres (2017)

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“Não pensemos nos pobres apenas como destinatários duma boa obra de voluntariado, que se pratica uma vez por semana, ou, menos ainda, de gestos improvisados de boa vontade para pôr a consciência em paz. Estas experiências, embora válidas e úteis a fim de sensibilizar para as necessidades de tantos irmãos e para as injustiças que frequentemente são a sua causa, deveriam abrir a um verdadeiro encontro com os pobres e dar lugar a uma partilha que se torne estilo de vida. Na verdade, a oração, o caminho do discipulado e a conversão encontram, na caridade que se torna partilha, a prova da sua autenticidade evangélica. E deste modo de viver derivam alegria e serenidade de espírito, porque se toca com as mãos a carne de Cristo. Se realmente queremos encontrar Cristo, é preciso que toquemos o seu corpo no corpo chagado dos pobres, como resposta à comunhão sacramental recebida na Eucaristia.”

Confira a íntegra da Mensagem do Papa Francisco para o I Dia Mundial dos Pobres clicando no link abaixo (em pdf).

Mensagem do Papa Francisco para a Primeira Jornada Mundial dos Pobres 2017

A Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. Confira a programação completa aqui.

Liturgia do Dia – 10/11/2017

Lucas 16, 1-8“O apóstolo reconhece sua missão e a vive com ardor.  Como ouvintes da Palavra, ela deve nos despertar para o compromisso missionário em nossos dias, para que a luz de Cristo atinja cada coração.”

Primeira leitura:  Romanos 15, 14-21

Salmo Responsorial:  97

Evangelho:  Lucas 16, 1-8

Liturgia do Dia – 09/11/2017

João 2, 13-22“O Espírito do Senhor penetra nossa existência e nos dá a vida.  Em Cristo, a vida torna-se plenitude.  De coração sincero acolhamos o que nos diz o Senhor por meio de sua Palavra de amor.”

Primeira leitura:  Ezequiel 47, 1-2.8-9.12

Salmo Responsorial:  45

Evangelho:  João 2, 13-22

Vence a Vida!

nascituroComissão aprova licença maior para a mãe de bebê prematuro e define que a vida começa na concepção

Foi aprovada na tarde desta quarta-feira (08/11), em comissão especial da Câmara dos Deputados, o relatório que pede a aprovação da PEC 181/15 (que apensou a PEC 058/11), sobre licença maternidade no caso de bebês prematuros, mas que também incluiu em seu texto a necessidade de se proteger juridicamente a vida dos bebês em gestação. Na prática, a proposta “blinda” o Brasil contra novas tentativas de legalização do aborto, acrescentando ao texto da Constituição que a vida humana deve ser protegida “desde a concepção”.

O placar da votação foi de 18 votos a favor do relatório do deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP), pela aprovação da PEC, e 1 contra. A comissão prossegue agora com a análise de cada um dos destaques, o que deve ocorrer em 21 de novembro. A tendência, contudo, é a de rejeição dos destaques que tentam retirar do relatório os trechos que tratam da proteção da vida desde a concepção.

Histórico

A comissão especial incluiu o tema da proteção aos nascituros na discussão no final de 2016, com o aval do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, após a polêmica decisão da primeira turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que abriu precedente para facilitar a prática do aborto até o terceiro mês de gestação, contradizendo o Código Penal e passando por cima de atribuições que seriam do Congresso. Na ocasião, o ministro do STF Luiz Roberto Barroso chegou a dizer que o aborto até o 3º mês de gestação não é crime, o que causou reação imediata dos deputados.

Placar de votação da PEC na comissão especial.
Placar de votação da PEC na comissão especial.

No mesmo dia da decisão do STF, Maia disse: “Informo ao plenário que eu já tinha conversado desse assunto com alguns líderes que, do meu ponto de vista e vou exercer o poder da presidência, toda vez que nós entendermos que o Supremo legisla no lugar da Câmara dos Deputados ou do Congresso Nacional, nós deveríamos responder ou ratificando ou retificando a decisão do Supremo, como a de hoje”.

A votação da proposta devia ter ocorrido em setembro, mas um pedido de vistas do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), contrário à proposta, adiou o trâmite. Na ocasião, o presidente da comissão especial, deputado Evandro Gussi (PV-SP), disse ao Sempre Família que “com a decisão do Supremo, ficou claro que é fundamental o debate sobre o conceito de vida humana”. Depois disso, a nova denúncia contra o presidente Temer obrigou a comissão a cancelar sessões, adiando ainda mais a votação.

Trâmite

Após a votação desta quarta-feira, em entrevista ao Sempre Família, o presidente da comissão da Frente Parlamentar em Defesa da Vida e da Família, deputado Diego Garcia (PHS-PR) elogiou a aprovação da proposta e respondeu às criticas de que o relatório teria entrado em tema estranho à proposta original. “O substitutivo apenas explicita um direito que já existe, que é o direito à vida”, afirma Garcia, que acrescentou dizendo que não há diferença entre o bebê em desenvolvimento no útero da mãe e aquele que se desenvolve após o nascimento.

A PEC agora deve seguir para o plenário da Câmara, onde a votação deve ocorrer, provavelmente, em fevereiro de 2018.

Fonte: Site Sempre Família por Jônatas Dias Lima

A Catequese do Papa Francisco – 08/11/2017

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CATEQUESE
Praça São Pedro – Vaticano 
Quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Iniciamos hoje uma nova série de catequeses, que dirigirá o olhar para o “coração” da Igreja, isso é, a Eucaristia. É fundamental para nós cristãos compreender bem o valor e o significado da Santa Missa, para viver sempre mais plenamente a nossa relação com Deus.

Não podemos esquecer o grande número de cristãos que, no mundo inteiro, em dois mil anos de história, resistiram até a morte para defender a Eucaristia; e quantos, ainda hoje, arriscam a vida para participar da Missa dominical. No ano 304, durante as perseguições de Diocleciano, um grupo de cristãos, do norte da África, foram surpreendidos enquanto celebravam a Missa em uma casa e foram presos. O próconsul romano, no interrogatório, perguntou a eles porque o fizeram, sabendo que era absolutamente proibido. E eles responderam: “Sem o domingo não podemos viver”, que queria dizer: se não podemos celebrar a Eucaristia, não podemos viver, a nossa vida cristã morreria.

De fato, Jesus disse aos seus discípulos: “Se não comerdes a carne do Filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6, 53-54)

Aqueles cristãos do norte da África foram assassinados porque celebravam a Eucaristia. Deixaram o testemunho que se pode renunciar à vida terrena pela Eucaristia, porque essa nos dá a vida eterna, tornando-nos partícipes da vitória de Cristo sobre a morte. Um testemunho que nos interpela a todos e pede uma resposta sobre o que significa para cada um de nós participar do Sacrifício da Missa e nos aproximarmos da Mesa do Senhor. Estamos procurando aquela fonte que “traz água viva” para a vida eterna?, que faz da nossa vida um sacrifício espiritual de louvor e de agradecimento e faz de nós um só corpo com Cristo? Este é o sentido mais profundo da santa Eucaristia, que significa “agradecimento”: agradecimento a Deus Pai, Filho e Espírito Santo que nos envolve e nos transforma na sua comunhão de amor.

Nas próximas catequeses, gostaria de dar resposta a algumas perguntas importantes sobre Eucaristia e a Missa, para redescobrir, ou descobrir, como através deste mistério da fé resplandece o amor de Deus.

O Concílio Vaticano II foi fortemente animado pelo desejo de conduzir os cristãos para compreender a grandeza da fé e a beleza do encontro com Cristo. Por esse motivo, era necessário, antes de tudo, atuar, com a guia do Espírito Santo, uma adequada renovação da Liturgia, porque a Igreja continuamente vive dessa e se renova graças a essa.

Um tema central que os padres conciliares sublinharam é a formação litúrgica dos fiéis, indispensável para uma verdadeira renovação. E é justamente essa também a finalidade desse ciclo de catequeses que hoje começamos: crescer no conhecimento do grande dom de Deus que nos doou na Eucaristia.

A Eucaristia é um acontecimento maravilhoso no qual Jesus Cristo, nossa vida, se faz presente. Participar da Missa “é viver uma outra vez a paixão e a morte redentora do Senhor. É uma teofania: o Senhor se faz presente sobre o altar para ser oferecido ao Pai pela salvação do mundo” (Homilia na Santa Missa, Casa Santa Marta, 10 de fevereiro de 2014). O Senhor está ali conosco, presente. Tantas vezes nós vamos ali, olhamos as coisas, conversamos entre nós enquanto o sacerdote celebra a Eucaristia…e não celebramos próximo a Ele. Mas é o Senhor! Se hoje viesse aqui o presidente da República ou qualquer pessoa muito importante do mundo, é certo que todos estaríamos próximo a ele, que gostaríamos de saudá-lo. Mas pense: quando você vai à Missa, ali está o Senhor! E você está distraído. É o Senhor! Devemos pensar nisso. “Padre, é que as missas são chatas” – “Mas, o que você diz, o Senhor é chato?” – “Não, não, a Missa não, os padres” – “Ah, que se convertam os padres, mas é o Senhor que está ali!”. Entendido? Não esqueçam isso. “Participar da Missa é viver uma outra vez a paixão e a morte redentora do Senhor”.

Vamos tentar agora colocar algumas perguntas simples. Por exemplo, porque se faz o sinal da cruz e o ato penitencial no início da Missa? E aqui gostaria de fazer outro parêntese. Vocês viram como as crianças fazem o sinal da cruz? Você não sabe o que fazem, se é o sinal da cruz ou um desenho. Fazem assim [ faz um gesto confuso] . É preciso ensinar as crianças a fazer bem o sinal da cruz. Assim começa a Missa, assim começa a vida, assim começa o dia. Isso quer dizer que nós somos redimidos com a cruz do Senhor. Olhem as crianças e as ensinem a fazer bem o sinal da cruz. E aquelas Leituras, na Missa, porque estão ali? Por que se leem aos domingos três Leituras e nos outros dias duas? Por que estão ali, o que significa a Leitura da Missa? Por que se leem e o que tem a ver? Ou até mesmo, por que em certo ponto o sacerdote que preside a celebração diz: “Corações ao alto”? Não diz: “Celulares ao alto para tirar a foto!”. Não, é uma coisa feia! E eu digo a vocês que me dá tanta tristeza quando celebro aqui na Praça ou na Basílica e vejo tantos telefones levantados, não só dos fiéis, mas também de alguns padres e também bispos. Mas por favor! A Missa não é um espetáculo: é ir ao encontro da paixão e da ressurreição do Senhor. Por isso o sacerdote diz: “Corações ao alto”. O que quer dizer isso? Lembrem-se: nada de telefones.

É muito importante voltar ao fundamento, redescobrir aquilo que é essencial, através daquilo que se toca e se vê na celebração dos Sacramentos. A pergunta do apóstolo São Tomé (cfr Jo 20, 25), de poder ver e tocar as feridas dos pregos no corpo de Jesus é o desejo de poder, de algum modo, “tocar” Deus para acreditar Nele. Isso que São Tomás pede ao Senhor é aquilo de que nós precisamos: vê-Lo, e tocá-Lo para poder reconhecê-Lo. Os Sacramentos vêm ao encontro dessa exigência humana. Os Sacramentos, e a celebração eucarística de modo particular, são os sinais do amor de Deus e as vias privilegiadas para nos encontrarmos com Ele.

Assim, através dessas catequeses que hoje começamos, gostaria de redescobrir junto com vocês a beleza que se esconde na celebração eucarística e que, uma vez revelada, dá sentido pleno à vida de cada um. Nossa Senhora nos acompanhe nessa nova etapa do caminho. Obrigado.

Liturgia do Dia – 08/11/2017

Lucas 14, 25-33“‘Qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo.’ A exigência do seguimento, porém, nos dá vida, liberdade, alegria, certeza de realização plena.”

Primeira leitura:  Romanos 13, 8-10

Salmo Responsorial: 111

Evangelho:  Lucas 14, 25-33

Liturgia do Dia – 07/11/2017

Lucas 14, 15-24“‘Sai pelas estradas e atalhos, e obriga as pessoas a virem aqui para que minha casa fique cheia.’  A Palavra ressoa entre nós, mas é preciso acolher o que ela nos diz, se queremos participar do Reino.”

Primeira leitura:  Romanos 12, 5-16a

Salmo Responsorial:  130

Evangelho:  Lucas 14, 15-24

Concerto de Natal

No próximo dia 15 de dezembro, sexta-feira, as 19 horas, acontecerá na Paróquia São Paulo Apóstolo, um Concerto de Natal com Madrigal Cruz Lopes em parceria com Música no Museu, Concerto A4 Cordas, acompanhados pela pianista Regina Tatagiba, sob a regência do Maestro José Machado Neto.  A Paróquia fica a Rua Barão de Ipanema, 85, em Copacabana – RJ.

Concerto de Natal 2017.JPG

Liturgia do Dia – 05/11/2017

mateus 5, 1-12“A santidade cristã consiste em conformar-se à santidade de Deus.  Jesus promete aos que, mesmo em meio às dificuldades, vivem os valores de seu Reino, a felicidade e a paz sem limites.  Os que escolhem viver o caminho de Jesus são visivelmente reconhecidos pelo exemplo da caridade e de mansidão.”

Primeira leitura:  Apocalipse 7, 2-4.9-14

Salmo Responsorial:  23

Segunda leitura:  1 João 3, 1-3

Evangelho: Mateus 5, 1-12a

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Meditação para a Solenidade de Todos os Santos, Por Dom Henrique Soares da Costa, Bispo Diocesano de Palamares/PE

Hoje, a Igreja volta seu olhar e seu coração para o Céu e enche-se de alegria ao contemplar uma multidão que participa da Glória e da plenitude do Deus Santo.

A nossa fé nos ensina que somente Deus é Santo.

Na Bíblia, “santo” significa, literalmente, “separado”. Deus é aquele que é separado, absolutamente diferente de tudo quanto exista no Céu e na terra: Ele é único, Ele é absoluto, Ele sozinho Se basta, sozinho é pleno, sozinho é infinitamente feliz. Ele é Deus! Por isso, Santo, em sentido absoluto, é somente o Deus uno e trino, Pai, Filho e Espírito Santo. A Jesus, o Filho eterno feito homem, nós proclamamos em cada missa: “Só Vós sois o Santo”; ao Pai nós dizemos: “Na verdade, ó Pai, Vós sois Santo e fonte de toda santidade”; ao divino Espírito nós chamamos de Santo.

Mas, a nossa fé também nos ensina que este Deus santo e pleno, dobra-Se carinhosamente sobre a humanidade – sobre cada um de nós – para nos dar a Sua própria Vida, para nos fazer participantes de Sua própria plenitude, Sua própria santidade.

Foi assim que o Pai, cheio de imenso amor, enviou-nos Seu Filho único até nós, e este, morto e ressuscitado, infundiu no mais íntimo de nós e de toda a Igreja o Seu Espírito de santidade.

Eis, quanta misericórdia: Deus, o único Santo, nos santifica pelo Filho no Espírito: “Vede que grande presente de amor o Pai nos deu: sermos chamados filhos de Deus! E nós o somos!” É isto a santidade para nós: participar da Vida do próprio Deus, sermos separados, consagrados por Ele e para Ele desde o nosso Batismo, para vivermos Sua própria Vida, Vida de filhos no Filho Jesus! É assim que todo cristão é um santificado, um separado para Deus.

Mas, esta santidade que já possuímos deve, contudo, aparecer no nosso modo de viver, nas nossas ações e atitudes. E o modelo de toda santidade é Jesus, o Bem-aventurado. Ele, o Filho, foi totalmente aberto para o Pai no Espírito Santo e, por isso, foi totalmente pobre, totalmente manso, totalmente puro e abandonado a Deus no pranto, na fome de justiça e na misericórdia. Então, ser santo, é ser como Jesus, deixando-se guiar e transformar pelo Seu Espírito em direção ao Pai. Esta santidade é um processo que dura a vida toda e somente será pleno na Glória. São João nos fala disso na segunda leitura de hoje: “Quando Cristo Se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque O veremos tal como Ele é”.

Nesta perspectiva, podemos contemplar a estupenda leitura do Apocalipse que escutamos como primeira leitura. O que se vê aí? Uma multidão.

Primeiro, cento e quarenta e quatro mil de todas as tribos do Povo de Deus. Isto simboliza todo o Novo Israel. Recordemos: 12 é o número do Povo do Antigo Testamento e da Igreja fundada sobre os Apóstolos. Pois bem, cento e quarenta e quatro mil equivale a 12 x 12 x 1000, isto é, à totalidade do Povo de Deus que ainda peregrina neste mundo, entre lutas e tribulações!

O Senhor Deus não se cansa de chamar o Seu Povo, o Senhor continua nos chamando, até que o número dos eleitos se cumpra. E este número é completo, pleno, amplo, largo, pois o desejo de Deus é a salvação de todos!

Mas, há ainda mais: “Depois disso, vi uma multidão imensa de gente de todas as nações, tribos, povos e línguas, e que ninguém podia contar. Estavam de pé diante do trono e do Cordeiro”. Essa multidão são todos os povos da terra, chamados por Cristo, na Igreja, e que já chegaram à salvação, à Glória, que, para eles, já é uma posse e, para nós, é ainda uma firme esperança. Enquanto nós ainda lutamos e caminhamos, eles já chegaram, já estão em Glória; não dormindo, não em morte, mas em Glória! Seus corpos dormem ainda, suas almas, resplandecentes do Espírito de Cristo, já estão na Gloria de Cristo!
Notemos bem: “uma multidão que ninguém podia contar”. A salvação é para todos, a santidade não é para um grupinho de eleitos, para uma elite espiritual. Todos são chamados a essa Vida divina que Deus quer partilhar conosco, todos são chamados à santidade!

“Trajavam vestes brancas e traziam palmas nas mãos. São os que vieram da grande tribulação e lavaram e alvejaram suas vestes no sangue do Cordeiro”. Eis quem são os santos: aqueles que atravessaram as lutas desta vida, as tribulações desta nossa pobre existência, unidos a Cristo; são os que venceram em Cristo – por isso já trazem, agora, a palma da vitória; são os que não tiveram medo de viver e, se caíram, se erraram, foram, humildemente, lavando e alvejando suas vestes no sangue precioso de Cristo: são santos não com sua própria santidade, mas com a santidade do Cristo-Deus.
Nunca esqueçamos: ninguém é santo com suas forças, ninguém é santo por sua própria santidade: só em Cristo somos santificados, pois somente Cristo derrama sobre nós o Espírito de santidade. O nosso único trabalho é lutar para acolher esse Espírito, deixando-nos guiar por Ele e por Ele sermos transfigurados em Cristo!

Olhemos para o Céu: lá estão Pedro e Paulo, lá estão os Doze, lá estão os mártires de Cristo, os santos pastores e doutores, lá estão as santas virgens e os santos homens, lá estão tantos e tantos – uns, conhecidos e reconhecidos pela Igreja publicamente, outros, cujo nome somente Deus conhece; lá está a Santíssima e Bem-aventurada sempre Virgem Maria, Mãe e discípula perfeita do Cristo, toda plena do Espírito, toda obediente ao Pai. Eles chegaram lá, eles intercedem por nós, eles são nossos modelos, eles nos esperam.

Num mundo que vive estressado, que corre sem saber para onde, num mundo que já não crê nos verdadeiros valores, porque já não crê em Deus, contemplar hoje todos os santos é recordar para onde vamos e qual é o sentido da nossa vida! Não tenhamos medo de ser de Deus, não tenhamos medo de testemunhar o Evangelho, não tenhamos medo de alimentar nossa visa com o Cristo, na Sua Palavra e na Sua Eucaristia para sermos inebriados da Vida do próprio Deus.

Infelizmente, muitos hoje têm como heróis os atletas, os atores, os cantores e tantos outros que não têm muito e até nada para ensinar. Quanto a nós, que nossos heróis e modelos sejam os santos e santas de Cristo, que foram heróis porque se venceram a si próprios, e correram para o Cristo! Que eles roguem por nós, pois o que eles foram, nós somos e o que eles são, todos nós somos chamados a ser.

Liturgia do Dia – 02/11/2017

João 6, 24-35“Feliz quem escuta o que diz o Senhor e guarda sua Palavra em seu coração.  Caminha na esperança e não se afasta da verdade de Cristo, nosso Redentor e certeza de nossa ressurreição.”

Primeira leitura:  Isaías 25, 6a.7-9

Salmo Responsorial:  26

Segunda leitura:  1 JOão 3, 1-2

Evangelho:  João 6, 37-40

Horário das Missas: Dia de Finados

Informamos que as Missas na Paróquia São Paulo Apóstolo, no Dia dos Fiéis Defuntos, serão celebradas nos seguintes horários: 07:00, 08:00, 12:00, 18:00.  No cemitério São João Batista será celebrada as 11:00.

As intenções serão lidas 10 minutos antes de cada celebração e estarão fixadas no mural da paróquia para consulta.

O velário estará aberto de 07:00 às 19:00, exceto no período de 13:00 as 15:00 quando estará fechado para em manutenção.

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Liturgia do Dia – 01/11/2017

Lucas 13, 22-30“O Evangelho de Cristo é a Palavra por excelência que nos chama à salvação.  Viver o que Ele nos ensina é ter a certeza de que se alcançará a misericórdia divina.  A porta estreita é viver a fé em todas as circunstâncias da vida.”

Primeira leitura:  Romanos 8, 26-30

Salmo Responsorial:  12

Evangelho:  Lucas 13, 22-30

Liturgia do Dia – 31/10/2017

lucas 13, 18-21“O Reino de Deus vai crescendo dia por dia,, tornando profundas suas raízes no mundo.  Porém, é preciso ter um coração aberto para acolhê-lo. Somos participantes do Reino do céu.”

Primeira leitura:  Romanos 8, 18-25

Salmo Responsorial:  125

Evangelho:  Lucas  13, 18-21

Terço da Misericórdia pelas Almas do Purgatório

 

“Hoje traze-me as almas que se encontram na prisão do Purgatório e mergulha-as no abismo da Minha Misericórdia. Que as torrentes do Meu Sangue refresquem o seu ardor. Todas estas almas são muito amadas por Mim. Elas pagam as dívidas à Minha justiça.” (Diário de Santa Faustina Kowalska nº 1226)

Na próxima sexta-feira, dia 03 de novembro, a comunidade da Paróquia São Paulo Apóstolo estará reunida para rezar o Terço da Misericórdia pelas Almas do Purgatório, às 15 horas.  A Paróquia fica a Rua Barão de Ipanema, 85, em Copacabana – RJ.

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